terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Banjo-Kazooie

Falando de infância e de lembranças, me veio à mente um jogo do Nintendo 64 que eu e meu irmão amávamos: Banjo-Kazooie. Tá, ainda amo! Bom, quando ele comprou, olhei a imagem no cartucho e fiquei pensando algo tipo "um urso com um pássaro vermelho na mochila?", mas logo na primeira fase me diverti tão ou mais do que quando joguei Super Mario 64. Como nunca comentei sobre jogos aqui vocês devem achar que não jogo nada, realmente não estão errados, mas joguei muito na minha infância, com meu N64 azul (realmente só parei quando o analógico do controle quebrou haha). Hoje tenho um DS, mas não é a mesma coisa, já que não tem a emoção que só os sopradores de cartucho conhecem... Bons tempos!
Logo de cara, assim que começamos a jogar já ganhamos uma peça dourada de um quebra-cabeças, mas engana-se quem achar que será sempre assim. Como em qualquer jogo, quanto mais avançado você estiver, mais difíceis serão as formas de se conseguir a tão sonhada peça dourada. E para quê ela serve? Bem, cada fase tem uma porta, sendo que ela só será aberta se preenchermos um quebra-cabeças com a imagem da fase. Sério, tem quebra-cabeça que temos que preencher praticamente todo e, como na maioria das vezes não temos peças suficientes, começamos a lembrar de desafios que não fizemos nas fases anteriores, para assim ganharmos novas peças e seguirmos adiante.
Além das peças douradas, no jogo ainda encontramos várias coisinhas que nos ajudam a ganhar desafios e a se deslocar pelas fases. São elas as penas vermelhas, que servem para que, assim que encontremos uma espécie de plataforma com desenhos de penas, voemos; as penas douradas, que são mais raras que as vermelhas, e que servem para nos dar uma certa invencibilidade; as notas musicais, que, assim como as peças douradas, servem para abrirmos portas dentro das fases (como se fossem mini-fases); os ovos azuis, que servem para serem atirados por Kazzooie como se fossem balas, sendo que é ideal para matar alguns monstros à distância; os ovos coloridos, que não sei pra que servem, mas tem ligação com uma chave; e os passarinhos coloridos de cada fase, que nos dão uma peça dourada. O legal no jogo são as dificuldades e facilidades... As plataformas que nos fazem pular e voar, a oca do xamã Mumbo Jumbo, que ao apertarmos um botão em formato de caveira, ele nos transforma em animais ou em objetos animados, que nos ajudarão a nos deslocar por locais inacessíveis para o Banjo em seu tamanho normal. A maior decepção que tive foi na fase Mad Monster Mansion, quando o xamã me transformou em abóbora (eu sou o Banjo, ok?), já que como a fase tem o estilo de terror, pensei que seria transformada em um fantasma ou coisa do gênero.
Primeira transformação do jogo: formiga!
A coisa que me fazia ter pânico no jogo (sééério) era o bendito tubarão que aparecia toda vez que eu caía no mar. Imagina você caindo no mar e um tubarão atrás de você. Tá, e agora imagine uma musiquinha como aquela do filme do Spielberg. Como no mar você podia subir em umas caixinhas que ficavam boiando, ou era uma luta pra subir nelas a tempo, ou o tubarão ficava te encarando. Terror puro! rs
Fases inesquecíveis? Sim! Cada uma tinha um estilo típico, algumas bem clichê, como a fase do deserto, outras bem grandes e criativas, como a Click Clock Wood, que se passa em uma árvore gigante, na qual podemos jogar nas quatro estações do ano. É como se estivéssemos em um bosque com quatro portas ao redor, em cada uma que estramos encontramos o mesmo lugar, só que em estações do ano diferentes. Essa fase é a minha favorita pela extensão e criatividade.
E a história por trás de tudo isso? Bem, Banjo e Kazooie tem a missão de resgatar Tooty, a ursinha com cabelos loiros, irmã de Banjo. Relação com Mario 64? Muitas, ao começar pelos atalhos do controle, fases em estilo parecido (quem não se lembra da parede que ao atravessá-la encontramos a fase do deserto?) e o leve clichê de resgatar a donzela.

Enfim, esse é o jogo que mais amo! Pera... Pokémon Stadium 2 dá empate!

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