domingo, 15 de abril de 2012

Titanic em 3D - O Retorno do Melhor Filme de Todos os Tempos às Telonas

Ontem, 14 de abril, vivi uma experiência inesquecível... Novamente. Para os que não sabem, há 100 anos atrás, na madrugada do dia 14 para o dia 15 de abril, naufragava o navio mais luxuoso e potente daquela época, cujo o nome era RMS Titanic. Em 1997 o navio foi marcado na história do cinema por meio de uma história de amor assinada pelo fantástico diretor James Cameron. Imaginem o que senti ao ver aquilo tudo na telona! Não tive a oportunidade de ir assistir em 1997 porque ainda era um bebê, tendo só 3 anos de idade. Assisti pela primeira vez na tela da Rede Globo, quando a mesma dividiu o filme em duas noitinhas (veja a chamada aqui), ambas marcadas por muito café, noites essas que se repetiram muitas vezes no decorrer de todos esses anos. Quem liga se tenho 18 anos. Para mim já é suficiente para definir esse como o filme da minha vida. Ah, e quero viver mais e mais, já que espero estar assistindo Titanic sempre, assim que necessitar de um pouco de romantismo e Leonardo DiCaprio em seus bons tempos.
Como em 97 o longa, de mais de 3 horas, não foi filmado em câmeras 3D, não podemos ver tantos efeitos como de costume, mas investiram tanto (US$18 milhões) que é inevitável perceber um maior 'realismo'. 295 fotogramas foram manipulados, tornando as imagens mais nítidas, e, sim, fazendo um filme feito há 15 anos atrás brilhar, mesmo todos já sabendo o final. O 3D começa a 'mostrar serviço' nas cenas de profundidade, quando o robô Snoop Dog entra no 'esqueleto' do navio. Sério, imagina aquelas algas saindo da tela... É. Outra cena em que o 3D tem destaque é a do naufrágio, quando o navio sobe na tela e parece que podemos tocá-lo (sim, eu tentei). Alguns (poucos) podem dizer que o filme em terceira dimensão ficou aquém das expectativas. O que posso dizer é que superou, e muito. Vocês, por acaso, queriam poder tocar os seios da Kate Winslet? Sorry, mas não deu. Graças à censura, a mesma foi cortada.
Vou ser bem franca, prefiro mil vezes assistir um filme com um ótimo roteiro, uma história marcante, do que um filme 'porcaria' que os produtores resolveram colocar tecnologia 3D apenas para vender. James Cameron, o perfeccionista que mais lucrou em bilheterias, mostrou que continua brilhante como poucos. Como não chorar com o filme novamente? A experiência é totalmente nova. Me arrepiei novamente quando ela volta para o navio e corre para os braços de DiCaprio, na clássica cena 'You jump, I jump, right?', sem falar na mais clássica cena dos últimos anos, quando Rose decide aceitar a proposta de Jack e os dois 'voam' na proa do navio. Tudo ficou muito bem elaborado, se bem que estamos falando de mais de 300.000 modelos 3D usados em sua conversão. Tinha que mudar algo.
Se eu chorei? Rios, meu povo. Muito mesmo. Acho que até mais do que antes, já que ando muito sentimental ultimamente. Se me apaixonei pelo Leo de novo? Também. Sei que agora ele não está nem perto do que era, mas como não convivo com ele, para mim ele sempre será o galã que conseguiu arrancar uma série de suspiros femininos (e masculinos, porque não) na década de 90. A trilha sonora impecável (não, não me refiro só à My Heart Will Go On), os efeitos, que até nos dias de hoje deixam muita gente de queixo caído (James Cameron gastou quase uma década de sua vida nesse filme, oras), os amados erros (que são tão pequenos comparados com a imensidão do filme) e as cenas de juras de amor. Apesar de ter 3 horas e 14 minutos de duração, tudo passa muito rápido. Esse será o filme da minha vida imaginária, sendo o da minha realidade o formidável Diário de Bridget Jones. Ah, e para finalizar o trailer da versão em 3D:
Hasta!

Um comentário:

Nany disse...

Também fui assistir esse filme, em XD 3D, realmente foi maravilhoso. Experiência única, afinal nunca mais vamos ver o filme no cinema. Sem dúvidas inesquecível. ♥