domingo, 7 de janeiro de 2018

Net-juu no Susume [Recomendação/ Anime]

Há tempos não escrevo nada de interessante. Não tenho assistido nada que tenha me levado a escrever sobre, e isso tem me irritado bastante. 2017 pode ter sido um ano bom em alguns pontos, mas não foi bom para mim em relação a filmes, séries, mangás e animes. Minha empolgação com as produções que vi no ano passado pode ser muito bem observada aqui... Não postei nada no ano de 2017, e não me arrependo.


Pois bem, sempre escrevo algo no começo de todos os anos, e para esse decidi postar um texto sobre um anime que assisti recentemente. Devo confessar que há muito não escrevo nada sobre anime, pois as produções caíram na mesmice e nada conseguiu me envolver, com exceção de Yuri on Ice, que foi o último anime pelo qual me apaixonei. Entretanto, não falarei deste hoje, mas sim de Net-juu no Susume, um anime que assisti de forma despretensiosa, mas que conseguiu me fazer rir em alguns momentos.

Bom, começando a falar sobre o anime, ele é uma adaptação (com 10 episódios e um especial) de um web-mangá. A história dele é muito similar à história de Love O2O, um drama chinês que me encantou recentemente. Ambos abordam um romance virtual que se inicia em um jogo online e que, por alguma coincidência, sai para a vida real. No drama os personagens principais são apresentados como bem resolvidos e populares, o que é o oposto da trama central do anime em questão.


Nos episódios iniciais somos apresentados à Morioka Moriko, uma mulher de 30 anos, desempregada e viciada em jogos online (bem estilo WOW). Ela é muito bonita, mas por não ter amigos e sair de casa raramente, não cuida de sua aparência, o que atrelado ao fato da personagem não ter auto estima, nos faz pensar que a mesma vive em uma situação deprimente. Mas esse fato nos leva a continuar a assistir, pois a proposta do anime é nos mostrar a mudança na vida de Moriko, e essa mudança vem justamente quando ela começa a jogar um jogo RPG chamado Fruits de Mer. Nesse jogo cria um personagem masculino que resolve chamar de Hayashi, um personagem que em poucos minutos de jogo recebe a ajuda de uma linda personagem chamada Lily, que o leva para sua guilda. O que Moriko não sabe é que a tão fofa Lily é Sakurai Yuuta, um homem lindo que acabou se apaixonando por ela na vida real.


A parte mais interessante da história, e o que a torna uma linda surpresa de temporada, é ver como os dois vão descobrindo aos poucos a real identidade um do outro e como, após isso, eles acabam percebendo o outro não como personagem, e sim como pessoa. Gostei muito de ver como mesmo sem saber que Moriko estava no jogo com ele, Yuuta se apaixona por ela assim que os dois sofrem um acidente. Acho que acabei me interessando muito pela personalidade do Yuuta, e por isso levei o anime até o final rapidamente. É um personagem muito doce.


Outro ponto positivo é o jogo em si. É divertido ver os personagens interagindo tanto no jogo quanto na vida real. Me lembra um pouco Lucky Star, pois Konata-chan era um pouco viciada em PC-games. Fora isso, indico o anime como um entretenimento de algumas horas. É algo leve e rápido que não te faz perder tanto tempo assistindo. Então é isso.

Recomendável.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo [Análise final]

2016 foi o ano dos dramas, ao meu ver. Acompanhei ótimas interpretações, xinguei muito os vilões e virei várias noites por causa de alguns casais. Os dramas (ou doramas) coreanos me surpreenderam positivamente, alguns mais do que outros, por mostrarem tramas diferentes daquelas que vemos em novelas ocidentais. Claro, assim como as ocidentais, as "novelas" coreanas também possuem seus clichês, mas mesmo assim conseguem sempre me surpreender. Não é atoa que termino um episódio de quase uma hora e ainda tenho a disposição de clicar no próximo e assisti-lo até minha vista cansar.

O post de hoje tratará sobre um desses dramas, no caso, O DRAMA que conseguiu me roubar dois meses de suspiros e que, mesmo após o seu final, ainda não conseguiu sair nem da minha cabeça e nem do meu coração. Assim como no post anterior, venho escrever sobre o drama 'Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo', mas dessa vez buscarei me aprofundar mais na história, com uma análise mais precisa, já que o drama já foi finalizado (infelizmente) e posso ser mais objetiva. Ah, e obviamente esse texto contém SPOILERS.


Antes de começar essa análise, faz-se necessário mencionar o que o drama em questão aborda. Moon Lovers conta a história de Hae Soo (ou Go Ha Jin), uma garota do século XXI que acidentalmente se envolve em um acidente e que por conta disso vai parar no período da dinastia Goryeo, na Coreia (918 - 1392). Ela surge nessa época ainda durante o reinado de Wang Kon, vulgo imperador Taejo, o primeiro dessa dinastia, e vive nessa época até o reinado do quarto rei de Goryeo, Wang So, Gwangjong. A história desse drama foi adaptada de um romance chinês, mas buscou-se abordar, ao invés da família real chinesa, as intrigas na família real coreana.


'Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo' é um drama coreano que foi transmitido pela emissora coreana SBS e também em vários outros países da Ásia. Na América ele foi "transmitido" semanalmente pelo Dramafever e, para os pobres de plantão (como eu), pelos fansubs Kingdom e Meteor Dramas. Apesar da mega produção e de ser um dos dramas mais caros a ser produzido, a audiência do drama na Coreia foi relativamente baixa, porém internacionalmente o drama foi um sucesso, principalmente na China, o que pode ser justificado pelo fato do drama ser baseado em um romance chinês. Essa baixa audiência na Coreia fez com que duas edições da novela fossem ao ar. Como muitos coreanos estavam preferindo assistir o drama "Love in Moonlight", que estava sendo transmitido no mesmo horário, e optando por ver Moon Lovers na versão disponível na internet, a SBS fez com que as duas versões (tv e internet) ganhassem algumas edições diferentes. Ao meu ver a versão da SBS ganhou menos cortes no que se refere às melhores cenas, então para quem quiser assistir a essa versão eu recomendo o download do drama no Meteor Dramas.

Enfim, Moon Lovers não é um drama qualquer, e talvez seja por isso que tenha chamado tanta atenção do público ocidental. Para mim, o que mais me atraiu no drama foi o casal principal, principalmente no que se refere à química entre os atores Lee Joon Gi e Lee Ji Eun (IU). Não existe uma palavra no meu vocabulário que possa resumir a atuação do Joon Gi como Wang So nesse drama, pois "maravilhoso" e "incrível" são adjetivos muito vagos para descrever as expressões faciais desse homem. Ele conseguiu me ganhar já na primeira cena dele no cavalo, chegando em Songak durante o eclipse (aquela imagem é maravilhosa), e quanto mais conhecia o personagem e percebia o que estava por trás dele, mais me apaixonava. Alguns dizem que ele levou o drama nas costas, mas eu não acho isso. Ele como personagem principal tinha que se destacar mesmo, e isso ele fez com louvor.

O personagem exigia uma mistura de homem com menino. Wang So sempre foi maltratado pela mãe, que nunca o viu como filho em detrimento dos demais irmãos, e além disso ele carregava consigo uma cicatriz no rosto, cicatriz essa que ele buscava esconder com o uso de uma máscara. Obviamente, ele era mal visto por onde ia, e isso acabou tornando o personagem bruto, como um mecanismo de auto defesa. Joon Gi soube mostrar isso muito bem apenas com expressões, e isso ganhou de cara a minha atenção. É o típico bom bad boy.


No que está relacionado à Lee Ji Eun, ou simplesmente IU, só tenho que rasgar elogios. Ela nunca foi tão linda como na pele de Hae Soo, e assim que a personagem exigiu mais dela, como nas cenas do episódio 11, ela soube se sobressair e mostrar uma atuação impactante. Eu menciono o episódio 11, porque é o meu favorito. Nele tudo é jogado na nossa cara e a real identidade do drama começa a ser mostrada ao público. O que torna esse episódio mais marcante são os acontecimentos que acompanhamos nele: em uma hora o drama que vinha numa crescente quase de conto de fadas muda completamente, se tornando mais sombrio.


Sobre o casal principal, novamente devo falar sobre a química. Nos primeiros episódios o triângulo amoroso formado pela protagonista e os dois príncipes é super disputado, principalmente pelo fato da protagonista, Hae Soo, se apaixonar primeiro pelo antagonista da história, Wang Wook (8º príncipe). O 4º príncipe, Wang So, é de cara mostrado como o principal, mas a relação entre ele e a protagonista é bem turbulenta no início, quase apagada em contraste à relação da protagonista com o outro príncipe. Esse início do drama, que, querendo ou não, é lento, pode justificar a baixa audiência na Coreia. Sabíamos quem seria o par romântico da mocinha por conta do pôster e das imagens promocionais, mas na tela a evidência estava toda no romance platônico entre Hae Soo e Wang Wook.


Entretanto, após o episódio 13, para ser mais exata, Wang Wook já não ameaça mais o relacionamento entre Hae Soo e Wang So. Aliás, romanticamente não é mais uma ameaça, porém como o personagem acaba se convertendo no principal vilão da história, ele ameaça o relacionamento deles de outra forma, mas não chega a ser encarado novamente como um possível par da protagonista. Novamente falando do episódio 11, o que falar da cena mais memorável do drama, e que mostra claramente a mudança no coração da mocinha: Wook virando as costas para ela em um momento de precisão e So, quem ela teme, sendo o único a ficar literalmente ao seu lado na chuva.


Saindo um pouco do casal principal, ao todo fomos agraciados com mais dois casais: Wang Eun com Park Soon Deok e Baek Ah com Woo Hee. Esses dois casais não ganharam muito tempo em cena, mas ganharam de cara o coração da audiência. O que tenho a falar sobre os três casais da trama é que eles nos envolveram bastante, mas no final todos terminaram em tragédia. Basicamente, esse é um dos diferenciais de Moon Lovers: eles nos enchem de cenas maravilhosas, casais apaixonados e no final resolvem acabar com eles quando os personagens estão vivendo os momentos mais felizes. No meu caso, sempre quando tudo estava muito bonito e feliz, eu acabava desconfiando...


Não quero falar detalhadamente sobre todos os príncipes aqui, pois são muitos. Moon Lovers é uma espécie de harém ao inverso no qual Hae Soo se envolve com a maioria dos príncipes da dinastia Goryeo. Dos oito príncipes (Moo, Yo, So, Wook, Wo, Eun, Baek Ah e Jung), quatro se apaixonam por ela e dois a veem apenas como amiga. O que posso dizer sobre esses personagens é que todos acabam lutando entre si, escolhendo lados, principalmente por causa da coroa (quem será o rei), e Hae Soo toma a frente, buscando evitar que nessa luta nenhum sangue seja derramado. Doce ilusão, apenas. O trailer estendido do drama esboça Hae Soo como uma heroína que, por saber mais ou menos o que vai acontecer, é capaz de evitar os trágicos acontecimentos, no caso, mudando a história. Tudo balela. Hae Soo é uma pessoa como qualquer um de nós, sem poderes, que cai em um mundo sanguinário, onde é matar ou morrer. Ela até tenta mudar alguma coisa, mas tudo acaba ficando contra ela, e isso é compreensível: o passado não pode ser modificado, e tudo o que ela faz apenas contribui para que tudo ocorra como deveria ocorrer.


Sobre a trilha sonora de Moon Lovers, podemos dizer que o drama em si trás faixas dos idols mais populares na Coreia, como "For You", do trio Baekhyun, Xiumin e Chen (EXO), "All With You", na voz da Taeyeon (SNSD) e "Be With You", do duo Akdong Musician, entre outros. Em comparação a outros dramas, Moon Lovers usa bem mais a trilha sonora em suas cenas, o que nos faz ficar mais envolvidas emocionalmente com determinados momentos, principalmente com as cenas românticas. A trilha instrumental, é bem forte, nos dando a impressão de realmente estarmos submergidos em Goryeo, com destaque para "Appassionata", que toca numa das minhas cenas favoritas (episódio 12).

No geral, foi isso. Moon Lovers é aquele drama que não dá pra explicar em algumas linhas. É uma mistura de fofura com sofrimento. Devo destacar que é um drama que começa mega feliz, mas que acaba nos fazendo chorar na medida que vamos nos adentrando no que é o palácio e o que as pessoas são capazes de fazer para conseguirem poder. Não é uma história de amor convencional, e por isso me chamou tanta atenção. O diretor fez o favor de excluir a cena final, então ainda estou engasgada com o final que foi exibido. Além do mais, segundo a boca miúda, um filme já foi gravado como uma continuação da série de 20 episódios. Se é apenas um boato? Só o tempo dirá.

Hasta.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo [Breve comentário]

Como vocês já devem estar cansados de saber, eu tirei um tempo do blog. Motivo? Falta de inspiração e pura preguiça. Normalmente não sou assim, mas acabei me deixando levar pela situação de estar de férias por tempo indeterminado. Bom, primeiramente, gostaria de salientar que estou um pouco por fora das atuais temporadas de anime e, pelo visto, ficarei sem comprar mangá por um longo tempo, deixando os números atrasados de dica para o meu aniversário e para o Natal. Deu pra ver que as coisas dentro de mim mudaram um pouco, o que acabará aos poucos modificando o tipo de texto que será postado por aqui.


Sem mais delongas, trago para vocês uma indicação/resenha de uma das séries que mais estou amando atualmente. Como ela ainda não foi concluída, no momento não posso dizer o que me espera, e muito menos se gostarei do final, mas deixarei meus mais sinceros comentários sobre a metade da série (até então foram liberados apenas 10 episódios de 20), pois estou afim de elogiá-la um pouco por aqui também.

Moon Lovers: Scarlet Heart Ryeo é um drama sul-coreano lançado em 2016, com 20 episódios no total. O drama/dorama é uma adaptação sul-coreana de um drama chinês intitulado Scarlet Heart, e por esse motivo ambos abordam uma temática meio clichê em dramas épicos (novelas de época): a viagem no tempo. Em Moon Lovers somos apresentados a Go Ha Jin, uma garota do nosso tempo que, ao se envolver em um acidente, é magicamente teletransportada para mil anos atrás, durante a dinastia Goryeo, na Coréia. A viagem no tempo ocorre durante um eclipse lunar, o que pode por si só justificar o título do drama. A garota no caso tem sua alma transportada para o corpo de sua encarnação passada, uma senhorita chamada Hae Soo, que entendemos que já estava morta e, por isso, teve seu corpo facilmente "possuído".

O drama ainda não explicou ao certo como ocorreu essa "viagem" e por quais motivos Go Ha Jin teve que "voltar" ao passado. Na verdade, a única coisa que sabemos até o momento é que nesse período da história um rei, Gwangjong, matou todos os seus irmãos e familiares, o que nos leva a crer que sua missão seria impedir que tal tragédia aconteça. Não querendo me adiantar demais, essa sinopse (que nos é apresentada no trailer, inclusive), foca em algo bem Game of Thrones, e é basicamente isso que faz a história andar, lógico que de uma forma mais delicada. A história de luta entre irmãos é apresentada, mas é apenas um pano de fundo para um triângulo amoroso bem complicado.


O principal na história, e o que mais chama a atenção dos telespectadores, é o romance que está sendo traçado. De uma forma diferente, e que pode ter incomodado uma grande parcela de quem está acompanhando, a série logo apresenta à garota o seu primeiro amor naquele mundo, Wang Wook (8º príncipe). Vale lembrar que ela está se sentindo só e perdida e, por ele ter sido a primeira pessoa a lhe estender a mão, ela prontamente entrega seu coração a ele. Porém, o que está irritando os fãs, é que o principal é na verdade outro príncipe (bem mais carismático, devo ser franca).

Sobre Wang So - 4º príncipe (o personagem principal)



Sinopses com um triângulo enrolado existem em todo lugar, mas até agora, nesse desenrolar de campeonato, nunca vi casais mais confusos que esses. No contexto da história tudo está claro, mas para quem está assistindo, está rolando uma longa espera. Bom, como já falei, o personagem principal da trama se chama Wang So, um príncipe que, apesar do título, é tratado quase como um monstro por conta de uma cicatriz que leva em seu rosto, tendo assim que usar uma máscara para cobri-la. Até a sua mãe o despreza, sendo que por conta disso ele foi criado em outro local, distante do palácio e dos olhos de seus pais e irmãos. Ele seria aquele típico bad boy que acabamos amando por saber de todo seu passado triste.


Seu envolvimento com a principal é aquele roteiro batido (não se gostam > ele salva a vida dela > acabam virando amigos > e depois apaixonam), mas até o fechamento desse post o romance ainda não é recíproco da parte dela, o que pode ser utilizado para justificar a queda na audiência (apenas na Coréia, no caso). Pensei um pouco e percebi que realmente estou super empolgada com a trama justamente por conta disso. O fato da história se desenrolar com a mocinha não estando loucamente apaixonada pelo mocinho conseguiu me prender graças à expectativa que eu acabei formando.


Fora tudo o que eu falei, Moon Lovers traz no elenco diversos idols famosos na Ásia, idols esses que formam um clássico harém ao inverso. Há um investimento pesado na ambientação, na trilha sonora, na maquiagem, figurino, etc, o que já constrói um abismo entre a versão coreana para a versão chinesa (não afirmo que uma seja melhor que a outra). Apesar de ainda estar na metade do drama, consigo afirmar sem dúvidas que esse já entrou para minha lista de mais amados.
Muito além disso, confesso que o que mais está me prendendo são as dúvidas sobre a verdadeira personalidade de alguns personagens. No decorrer das cenas conseguimos notar sutis referências à sua antecessora, o que nos faz ficar cada vez mais na expectativa por cenas clássicas, como a da luta "final", e a cena do festival de máscaras. Sim, continuo empolgada.

Como puderam ver, esse foi apenas um texto aleatório sobre algo que estou afim de desabafar. Não foram feitos muitos textos como esse aqui, já que normalmente faço uma pesquisa preliminar antes de publicar qualquer coisa, colocando informações mais precisas. Porém, buscando mudar, dessa vez pulei e fui direto para alguns pontos que realmente me interessam. Esse texto foi mais como um suspiro no escuro, então espero que compreendam. Até a próxima!



Para mais informações, ignoradas propositalmente pela autora desse texto, é indicada a visita à página do drama no MyDramaList.

domingo, 3 de abril de 2016

Elenco do live action de Fullmetal Alchemist [Comentários]

Como muitos de vocês já devem ter conhecimento, Fullmetal Alchemist ganhará a sua adaptação live action, o que é bom, mas não deixa de ser arriscado. FMA é um shounen que trata sobre a história de dois irmãos que, ao tentarem trazer sua mãe de volta à vida com ajuda da alquimia, acabam perdendo seus corpos (Alphonse perde todo o corpo, já Edward perde a perna e dá o braço para trazer a alma do irmão e prendê-la em uma armadura). Apenas a sinopse já nos dá a entender que a adaptação necessitará de alguns efeitos especiais, e é isso que temo quando a questão é fidelidade: temo por um novo Dragon Ball Evolution (produção ocidental), mas também aguardo um Rurouni Kenshi. Estou indecisa!
Apesar de todo o meu receio, o elenco já foi até confirmado, o que prova que a produção está a todo vapor. Fiz uma série de montagens com base nas informações que foram publicadas aqui e aqui para que vocês tirem suas próprias conclusões.

Yamada Ryosuke como Edward Elric

Edward Elric é o meu personagem masculino favorito, então imaginem a minha dúvida e ansiedade. Estou com medo de estragarem a essência tsundere que ele tem, mas devo admitir que o ator escolhido é bem bonito. Edward é loiro, e isso é uma característica ímpar que não sei se será respeitada, então ainda não posso dar pitaco. Yamada é um ator e cantor japonês conhecido pelo grupo Hey! Say! JUMP, mas devo admitir que nunca vi nenhuma produção da qual participou, então ainda é uma incógnita para mim.


Honda Tsubasa como Winry Rockbell

Winry é o meu amorzinho. O caso dela é o mesmo caso de Edward: ambos são loiros, então não sei bem como isso será adaptado (ou não). Além do mais, Winry é conhecida por sempre se vestir de uma maneira bem despojada, e por muitas vezes sexy, principalmente quando está em casa, então devemos esperar algo parecido vindo de Honda. Devo lembrar que Honda já atuou em uma adaptação bem conhecida (Yoshioka Futaba em Aoharaido).

Dean Fujioka como Roy Mustang

O alquimista das chamas será interpretado por Dean Fujioka. Espero que cuidem bem da caracterização dos personagens e que se esforcem nos efeitos da alquimia de fogo. Ainda não anunciaram a atriz que interpretará a Riza (espero que não a tirem do filme).

Sato Ryuta como Maes Hughes

SPOILER! A única coisa que quero saber é se vou chorar de novo com a morte do Hughes...

Oizumi Yo como Shou Tucker

A entrada desse personagem no elenco só nos prova que a cena mais triste de todos os tempos será adaptada. Tenho nojo do Tucker, mas estou curiosa para ver como será adaptado esse arco tão delicado.

Matsuyuki Yasuko como Lust (Luxúria)

Não existiria uma adaptação de Fullmetal Alchemist sem os homúnculos. Amados, os sete pecados capitais são um dos vilões mais legais que já vi, e a Lust tem toda uma carga de responsabilidade quanto a isso. Espero que respeitem a sensualidade da personagem, pois ela não tem esse nome à toa.

Uchiyama Shinji como Gluttony (Gula)

O intérprete do Gluttony ficou, ao meu ver, muito fiel. Espero que ele consiga dar um ar de meninão para o personagem.

Hongo Kanata como Envy (Inveja)

Envy é aquele homúnculo que muda de forma. Ele, apesar de se achar superior, inveja a condição humana, então super espero um cara metido. O Hongo Kanata é conhecido de muitos de meus leitores por ter dado vida ao Shin no live action de Nana, então estarei na torcida por ele.

Espero que divulguem logo todos os personagens, pois já quero saber se teremos a Pinako Rockbell, o Alex Louis Armstrong e a Riza Hawkeye. Muito amor nessa adaptação.

Aguardem a cobertura.