Frozen

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Dando uma pausa na limpeza do meu quarto, achei uma ótima ideia tomar um cafezinho enquanto escrevo um texto rápido sobre um dos mais recentes fenômenos da Disney: Frozen. O filme, que merece todo esse bafafá (ou não), além de ser surpreendente e emocionante, me tomou uma madrugada, mas sem arrependimentos. Intrigada por todos os holofotes apontados para esse longa, resolvi "beliscar" um pouco desse prato e, depois de servida e farta, não tive ideia melhor do que um texto para ajudar na digestão. Ainda estou digerindo alguns momentos, mas, em suma: o que podemos esperar?
A Disney tem um encanto que atrai várias pessoas, e isso já é um fato consumado. Há anos seus filmes ganham o Oscar de melhor animação, e isso consecutivamente, o que a torna sempre favorita em qualquer premiação. Porém não creio que a qualidade seja a única questão observada. A bilheteria, como um critério analisado, é algo que deve pesar em qualquer premiação, não somente no Oscar. Frozen, que traz duas princesas de uma vez, cada uma com uma característica própria, tem os ingredientes essenciais para fisgar qualquer criança, mas a associação com outros filmes da empresa é clara. Inovação com um toque de modernidade ou obediência a uma receita básica do sucesso?
Frozen - Uma Aventura Congelante conta a história de duas princesas do reino de Arendelle, Anna e Elsa, tendo Elsa um dom não tão comum: a Criocinese. A irmã mais velha tem o poder de gerar gelo, mas como nada é perfeito, a garota perde o controle facilmente ao ficar ansiosa ou nervosa. Certa noite, ao se divertir com a irmã, Elsa perde o controle de si e atinge Anna na cabeça. Vendo o risco que pode trazer para as pessoas que a cerca, a jovem decide isolar-se, já que seus pais acreditam que isso seria o melhor a ser feito.
O filme, ao meu ver, tem três momentos. O primeiro período vai até a coroação de Elsa. Após a morte de seus pais, a filha mais velha deve subir ao trono e governar o reino, porém devido às pressões de sua irmã, que na festa após a coroação discute com a mesma, Elsa fica nervosa e mostra seus poderes para todos, até então não cientes desse dom. Acuada, a garota então foge para a floresta após trazer um rigoroso inverno com sua magia. A partir da fuga de Elsa a segunda parte começa: vemos Anna saindo em busca da irmã, começando assim uma jornada. A terceira e última parte começa com o encontro das duas, onde Elsa (acidentalmente) atinge o coração de Anna com um ataque. Anna, que agora está entre a vida e a morte, deve buscar o beijo do verdadeiro amor, e assim toda a tensão da história se desenrola.
Frozen, assim como A Pequena Sereia, é baseado numa obra do dinamarquês Hans Christian Andersen, sendo que o roteiro de Frozen foi inspirado no conto A Rainha da Neve. A história conta com duas protagonistas, ambas com personalidades diferentes. Anna, a irmã caçula, por ter vivido grande parte de sua vida isolada de sua irmã, sente falta de carinho e companheirismo, o que a tornou um pouco carente demais. Anna é sonhadora, como várias outras princesas clássicas da Disney, sonhando com o amor de um príncipe. Elsa, a mais velha, por quase ter matado sua irmã em um acidente, vive isolada por sentir medo. Quando foge, é como se estivesse livre de sua jaula, e por isso percebemos um toque mais independente, fugindo do clichê "moça inocente e indefesa". No caso de Elsa, ela é a mais poderosa da história, e luta apenas contra o medo de ferir sua irmã.

O desfecho da trama é nitidamente o grande diferencial quando comparamos Frozen com os clássicos da empresa: o amor que salva a vida de Anna não é o amor do príncipe encantado, que no filme aparece como o vilão, mas sim o amor fraternal. O amor entre as duas irmãs é o grande destaque dessa película, sendo que o mesmo atualmente está sendo interpretado de forma errônea. Recentemente uma notícia um tanto quanto constrangedora apareceu no site da revista Caras falando sobre o satanismo presente no filme. Acompanhem o seguinte fragmente retirado do site Dammit:
Muitos pastores, católicos e escritores afirmaram que o longa é uma propaganda explícita da homossexualidade que faz os jovens acharem tal coisa comum. Uma das principais acusações que o filme sofre é sobre o poder da princesa Elsa, que seria uma metáfora ao lesbianismo. [...] além de ser acusado a promover a homossexualidade, o desenho ainda sofre mais acusações. O pastor Kevin Swanson, afirmou a uma rádio norte-americana que o filme é completamente satânico.
Não vejo mal algum quando as pessoas expressam seu ponto de vista, pois é assim que surgem os debates. Mas, como sabemos, existem casos e casos. Não é de hoje que os filmes da Disney são acusados de satânicos, mas fazer tal acusação utilizando o amor entre duas irmãs e o fato de uma delas ter o poder de controlar o gelo como pretextos é algo que acho um tanto quanto desnecessário. 
O filme, além de chamar atenção por suas personagens, traz uma impecável trilha sonora, que conta com o hit Let It Go, sucesso tanto na voz de Demi Lovato, que a canta nos créditos, quanto na voz de Idina Menzel, que a interpretou no Oscar. Falando em Oscar, a canção ganhou o prêmio de melhor canção original, prêmio esse realmente merecido! Confiram na íntegra:

No filme outras personagens ganham destaque, como o boneco de neve Olaf, que ama o calor, e Kristoff e sua rena Sven, que trabalham com gelo. Eles, aos poucos, vão se mostrando essenciais na trama, além de tornarem o filme mais engraçado e leve.

Já podem preparar a pipoca! 

Algumas ruivas do cinema

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Continuando as postagens em comemoração ao retorno do blog, trago a vocês uma pequena lista recheada de incríveis personagens do cinema. O diferencial dessa lista está numa cor em comum: todas as personagens são ruivas.
Fazer essa lista não foi nada difícil, já que tenho a maioria desses filmes arquivados aqui em casa. Gosto de rever algumas atuações quando me sinto um pouco só, e acabo, após duas horas, me inspirando nas roupas e, sobretudo, nos fios acobreados. Espero transmitir um pouco da minha paixão pra vocês.

Daisy Fuller (O curioso caso de Benjamin Button)


Uma das personagens mais marcantes de toda a minha vida é, sem dúvidas, a Daisy Fuller, de O curioso caso de Benjamin Button. A linda menina que nos é apresentada, inicialmente pela atriz Elle Fanning, tem lindas mechas avermelhadas, um par de olhos azuis, e um jeitinho só dela que encanta a todos, não só a Benjamin, que se apaixona de cara pela menina. Sou suspeita em comentar, porque coleciono elogios a quase todas as moças ruivas que encontro, mas quando vejo a Cate Blanchett vivendo a Daisy adolescente e adulta, me pego apaixonada pelos trejeitos da mesma. Uma de minhas inúmeras inspirações.


Ginger (Ginger & Rosa)

Também interpretada pela atriz Elle Fanning, só que nessa vez numa versão adolescente, a jovem é uma ótima personagem inserida num filme ruim. Uma jovem que está preocupada com o caos na Terra durante a Guerra Fria enquanto sua melhor amiga busca por um amor nos braços do pai da melhor amiga. Digamos que a "receita" do filme não deu muito certo, mas o figurino londrino da década de 60 é uma inspiração à parte.


Laura Richis (Perfume: a história de um assassino)

Dentre a tingidas mais conhecidas do cinema, não há como não citar a Laura Richis, personagem do filme Perfume. Ela não é a única ruiva do filme, mas é a que ganha mais destaque no decorrer da história, por ter o "ingrediente" que falta para a criação do melhor perfume do mundo. Ela é interpretada pela fofa Rachel Hurd-Wood, também conhecida por seu papel como Wendy Darling, no longa Peter Pan (2003).

Rose DeWitt Bukater (Titanic)

Ao longo dos anos muitas garotas se tornaram ruivas após assistirem o filme Titanic (1997). Rose, vivida por Kate Winslet, que na verdade é loira natural, foi uma "balacobaco" na época, virando tendência em todos os países. Todas queriam o cabelo cor de fogo da Rose, já que isso resultaria num provável affair com algum Leonardo DiCaprio perdido por aí. Não custa nada sonhar!

Ariel (A pequena sereia)

Esqueça as atrizes de carne e osso, pois ruiva que é ruiva começou com essa obsessão assim que viu a sereia Ariel e seus cabelos cor de salsicha. Claro que ainda existe aquela briga sobre o que é ruivo e o que não é, mas pra mim a Ariel é ruiva e ponto final.

Mérida (Valente)

Outro destaque da Disney vai para a princesa Mérida, protagonista de Valente. Com cachos super definidos e um tom de cobre de dá inveja a qualquer uma, a personagem já virou inspiração de muitas.

Natasha Romanoff

Saindo das animações e mergulhando nas HQ's, a ruiva mais turbinada da vez tem nome: Natasha Romanoff, ou Viúva Negra. A espiã russa, interpretada nos cinemas pela linda Scarlett Johansson, não é apenas bastante chamativa, mas super sexy a ponto de ser um dos motivos para muitos irem assistir o longa dos heróis Homem de Ferro e Capitão América, além do filme Os Vingadores.

Dylan Sanders (As Panteras)

Drew Barrymore, além de ser um dos meus ícones de beleza, de personalidade e outras coisas (não penso muito na fase "Playboy" dela, mas enfim), interpretou a Dylan em As Panteras, o que me fez amá-la ainda mais. Quando vejo a personagem em algum dos dois filmes da franquia, é impossível não querer sair comprando os óculos, as botas, o batom... Tudo.

Julieta Capuleto (Romeo + Julieta)

Claire Danes, também conhecida por seu papel como a fantástica ruiva Angela Chase, se rendeu aos mistérios da telona e em 1996 deu vida à personagem Julieta, na versão moderninha do clássico de William Shakespeare. A personagem também se destaca por ser par romântico do lindo Leo DiCaprio.
Para finalizar, gostaria de deixar claro que lembrei da Mary Jane e da Fiona, que fecham o time das minhas ruivas favoritas, mas como fiquei cansada, deixarei as duas apenas como citação.

Fiquei com preguiça pós-carnaval, gente!

Adolescência

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Após sentar e pensar por alguns minutos, resolvi falar sobre um assunto que tornou-se, querendo ou não, alvo do meu interesse. Pulando um pouco fora da área acadêmica, creio que um texto sobre a adolescência viria bem a calhar para algum leitor perdido, que frequenta meu blog por estar sem muita coisa para fazer. Pretendo fugir um pouco da temática "otaku" que, aos poucos, sem meu consentimento, foi apoderando-se desse espaço, e colocar um novo assunto em pauta, pois inovar não tira pedaço.

Um dos filmes mais marcantes para todos os "jovens adultos" que conheço é, sem dúvidas, o icônico "Os Batutinhas", de 94. O filme, que tem como protagonistas crianças, destaca aquele período pelo qual todos passamos: a "raiva" (não a raiva propriamente dita) pelo sexo oposto. Na escola, por exemplo, podemos notar a separação clássica existente numa sala de aula: a do clube do Bolinha e a do clube da Luluzinha.
As meninas, nessa fase, estão mais interessadas pelo contato com outras meninas, e os meninos, por quererem um amiguinho para jogarem futebol ou qualquer outro jogo, acabam preferindo a amizade com outros meninos. Eles preferem os iguais. Essa fase, segundo Freud, faz parte do processo de definição da identidade sexual. Isso não aconteceu comigo, que sempre preferi o contato com meninos, por, ao meu ver, serem bem mais legais, mas sou uma exceção.
A criança, nesse período, sabe quem ela é, ou ao menos acha que sabe. Vejamos, é como se ela já estivesse habituada àquele pequeno corpo, àquela rotina sem muitas responsabilidades e àquela dependência dos pais. Nós (estando ciente da faixa etária dos leitores deste blog) já passamos por tudo isso, e sabemos que existe um período de transição que muda toda a vida de uma pessoa. Esse período é conhecido por adolescência.
O jovem, que até pouco tempo estava acostumado com o seu corpo e com a sua rotina, agora se vê passando por uma série de mudanças, tanto físicas quanto sociais. A sua família, muitas vezes, irá cobrar mais e mais, impondo que ao mesmo que consiga um emprego ou que busque aprimorar-se, para conseguir, teoricamente, um trabalho melhor. Em todo caso essa fase é complexa tanto por conta da família, que não que sustentar um "faz nada", quanto devido às exigências do mercado de trabalho, que cobra - dentre outras coisas - experiência. Agora me digam: como esse mercado quer experiência de um jovem que está ingressando agora no mercado?
As maneiras pelas quais o adolescente passa por esse período nunca são iguais, pois varia tanto de indivíduo para indivíduo, ou depende também das condições financeiras do mesmo. O jovem de classe média alta, digamos, terá um tempo maior para pensar no que quer fazer e se aprimorar para tal. Já o jovem de classe média baixa não tem muitas escolhas: deve começar a trabalhar o mais rápido possível para, assim, prover o sustento de sua família.
Como adolescente em "final de fase", já que completei meus 20 anos no final de 2013, posso comentar outro ponto "x" da questão: o amor adolescente. Sério, passei toda a minha adolescência focada em todas as coisas possíveis, e declaro que nunca esse "amor" se manifestou. Acho que esse sentimento é um pouco esticado nesses filmes de romance americanos. MESMO! Nicholas Sparks pode faturar muito com essa temática, mas acho que esse período é um "pé no saco". É uma fase onde você não é mais visto como uma criança e fica inseguro a respeito de quem é... É um período chato, onde o mundo inteiro torna-se o "opressor" de um jovem que acabou de sair das fraldas e quer sair por aí se achando o "ban ban ban". Existem tipos e tipos, mas, não querendo generalizar, mas já generalizando, acho que os adolescentes, ao invés de ficarem nessa de "encontrar meu lugar no mundo", têm o direito de levar muita chinelada dos pais.

Pois uma boa Havaianas na bunda é o melhor remédio!

My So Called Life - Uma das séries mais marcantes dos anos 90

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Enquanto o mundo é cor de rosa e todos dançam Ragatanga, cá estou eu babando sobre os visuais clássicos de seriados e filmes, ambos da década de 80 e 90. Dentre os seriados, o título que sempre despertou meu interesse foi o icônico My So Called Life, que foi cancelado com apenas 19 episódios. Não se enganem, pois esses 19 episódios foram o bastante para marcar uma época.

A série começa com duas adolescentes agindo como se estivessem "nem aí para nada", pelo menos foi essa a minha primeira impressão. As roupas que elas vestem se destacam, como se fossem um certo uniforme, um estilo bem característico do começo dos anos 90: o grunge.
Por curiosidade, enquanto pesquisava sobre outro estilo, me deparei com um verbete em um dicionário de moda, o qual achei bem interessante e copiei no meu caderno. No dicionário Moda Ilustrada de A a Z, de Regina Maria Catellani, o grunge é definido como um estilo inspirado nos trajes de mendigos, com roupas largas e relaxadas, com muito preto, ou um mix cromático desconexo. Destacando a indumentária, gosto de frisar esse lado desleixado e volumoso, e a minha eterna relação de amor e ódio: estampa xadrex (que amo) vs estampa floral (que não tenho nada contra, apenas detesto). Esse visual é super trabalhado na série, que surgiu em meio àquele turbilhão, e por isso algumas frases como "Nem acredito que ele morreu... (referente ao Kurt)" fazem mais do que sentido. Consigo fazer uns links bem interessantes com o contexto da época, e isso é um dos pontos legais da série.
Também conhecida como Minha Vida de Cão, o seriado tem sua trama centrada em Angela Chase, uma garota que começa a enxergar o mundo com um outro olhar. Ela tem dois amigos, uma paixão, uma irmã, uma lista de escolhas precipitadas e um lindo cabelo castanho que ousou trocar por um ruivo bem "cheguei". Ela seria o que considero como o espelho de qualquer adolescente, e por isso o seriado chega a ser tão atrativo. Não limitarei a história apenas à Angela, pois considero os outros personagens igualmente importantes para o sucesso da mesma, mas devo admitir que a escolha da jovem Claire Danes foi mais do que perfeita.
Um dos grandes destaques da série foi o interesse amoroso de Angela, a protagonista, por Jordan Catalano, interpretado por Jared Leto, vocalista da banda 30 Seconds to Mars. O rapaz rouba a cena assim que a jovem começa a falar a frase que meu eu adolescente gostava de repetir: "Estou apaixonada. O nome dele é Jordan Catalano. Ele reprovou, duas vezes. Uma vez que quase toquei seu ombro no meio de uma galera. Ele está sempre piscando os olhos, como se doesse olhar as coisas". O sucesso de Leto foi imediato, e ele até hoje é considerado o primeiro amor de muita menina. Gosto de lembrar desse casal por causa de uma cena em especial, na qual Jordan assume seu relacionamento com Angela na frente de toda escola apenas segurando sua mão, num momento perfeito embalado pela linda Late At Night. Essa música me manda para o além das nuvens e me faz querer ser adolescente naquele período.
Um dos rostos mais marcantes da década de 90 foi o de Claire Danes, que alguns boatos acusam de ter sido o pivor do final da série, já que estava prestes a investir em sua carreira no cinema (quem não recorda do lindo Romeo + Juliet, de 1996?). Enfim, creio que a série acabou devido a entrada do professor gay na história, já que lá existe essa proibição de homossexuais em ambiente escolar (escutei por alto, prometo pesquisar detalhadamente). My So Called Life apresenta um conteúdo bem aberto, com frases bem elaboradas, onde a protagonista fala sobre a vida, as escolhas e as mudanças de uma adolescente cheia de questionamentos.

Um seriado com conteúdo inteligente, que vai além do mero entretenimento.

She's back!

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Há quanto tempo, heim? Acho que não posto nada há uns três ou quatro meses, nem me lembro mais. Acabei enferrujando, me deslocando, mudando, cansando, progredindo e decaindo. Não sei o que houve comigo no meio de todo esse tempo, mas acho que tudo acabou se acumulando em uma enorme bola de neve. Mas cá estou!
Vejamos, a tal menina acabou, em poucos meses, quebrando todos os seus contras. Por toda a sua vida dizia que não ia fazer isso e aquilo, jurava e acontecia... Acabou jurando demais, e tudo se desfez. A promessa tornou-se insensatez e ela pôs-se a acabar aos poucos com aquilo que mais amava, o que incluía suas mais profundas amizades. Enfim, tudo acabou, ela está direcionando tudo que lhe é precioso para outras direções, e está feliz por se deixar levar ao menos uma vez na vida.
Bom, progressos? Não muitos... Mas digamos que posso escrever que esta criaturinha aparecerá por aqui mais e mais, já que veio notar o apoio de uma graça de leitora. Estava na casa de um amigo quando vi sua mensagem escondida na minha vasta lista de "olás" e ele me ordenou respondê-la (porque não a tinha visto). Sério, sem mais delongas, estou escrevendo para ela, e para os que acabaram esquecendo a minha existência.

Afinal, escrever em terceira pessoa não é o meu forte!

Live action de Kuroshitsuji - Mais informações e imagens

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Para os que ainda não sabem, sou uma estimada fã de Kuroshitsuji, também conhecido pelo título Black Butler, e como já havia comentado aqui, a notícia de um filme live action me empolgou bastante... E então liberaram as imagens oficiais. Certo, essa notícia é bem antiga, mas não ficaria feliz em deixar isso batido por aqui. O caso é, estou super tensa com tudo o que está sendo divulgado, começando pelo peso do ator Hiro Mizushima: ele teve que perder 50 kg para interpretar o meu lindo mordomo.

Segundo um anúncio feito no programa de televisão japonesa Zip!, o filme será lançado no dia 18 de janeiro de 2014, e terá, como já comentado aqui, sua trama ambientada em 2020. Ao contrário do imaginado, dessa vez quem comanda o mordomo Sebastian não é Ciel, mas sim uma descendente da família Phantomhive chamada Shiori Genpo (Ayame Goriki), que, por ser mulher, se veste com roupas masculinas para poder liderar a família (por isso a semelhança com Ciel), usando o nome de Kiyoharu. Shiori, assim como Ciel, também possui um selo no olho direito, o que indica que mantém um pacto com o demônio Sebatian Michaelis (Hiro Mizushima). Además, a jovem também terá (como podemos ver no trailer) a desajeitada Lin (Mizuki Yamamoto) como sua criada. O seguinte vídeo tem algumas cenas dos bastidores, e ainda contém um trailer impecável:
Gostei da atuação dos protagonistas, e talvez esse elemento faça do filme um espetáculo à parte, já que no quesito aparência não me alegrou o bastante. Estou apenas especulando com os meus botões, mas o filme tem tudo pra ser uma ótima adaptação! Até onde sei ainda não divulgaram uma sinopse detalhada, então até lá só o que podemos fazer é especular através das imagens...

Diário de viagem I: Liberdade

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Aqui quem vos fala é aquela que deixou esse blog em hiatus por meses e que voltou para se desculpar com uma cara de pau sem limites. Sim, essa "cara" sou eu! Bom, antes de começar o meu relato sobre a viagem, gostaria de contar um pouco de como foram esses meses em que estive distante do computador. Bom, pra quem não sabe faço faculdade de História na UECE (Universidade Estadual do Ceará), e agora estou estagiando, dando aulas de reforço para crianças. Não bastasse isso ainda tive que me contorcer para conseguir entregar trabalhos, estudar para provas etc. Foi um semestre muito puxado, e ele por si só justifica todo esse tempo sem postar. Para aqueles que me acompanham, a única coisa que posso fazer é me desculpar e tentar me redimir nesses dias que tenho livre... Se bem que próximo semestre também será puxado por conta do meu projeto de conclusão de curso, mas tentarei dá um break e vir aqui.

Sobre a viagem, o que posso dizer é que cheguei sã e salva, e que consegui fazer minhas comprinhas desejadas. Ah, e antes que me perguntem, sim, fui na Liberdade. Muitas blogueiras costumam comentar que lá as coisas são muito baratas, mas não achei isso, infelizmente. Fui na Liberdade (ou Liba, como é apelidada) três vezes, e em cada visita sai de lá cheia de sacolas, exclusivamente cheias de mangás. Fora isso comprei uma mochila, dois colares e uma caneca do Kero, todas as coisas que achei bem em conta, mas com relação a objetos decorativos achei tudo muito caro.
Talvez eu seja mão de vaca demais, e por isso mesmo tenha torcido o nariz para diversos produtos, então não levem em conta meus comentários de pobreza extrema, é só que eu tenho amor por cada centavo que ganho. Sobre a Liberdade tenho que comentar sobre o Shopping Sogo Plaza, que foi onde passei boa parte do tempo, e que foi onde levei um "sacode" de uma japonesa, já senhora, só porque pedi pra ver uma mochila, a abri, fechei e devolvi. Certo que seja costume dela, ou seja lá o que for da cabeça daquela maluca, mas só pedi pra ver o produto por dentro pra comparar com o que tinha visto em outra loja, e se fosse melhor o compraria, mas o caso é que a mochila estava exposta sem nenhuma proteção, empoeirada, e ainda com um mal acabamento por dentro. Não sei se ela ainda não se deu conta que está em outro país, ou se esqueceu que um bom comprador deve olhar o produto e pesquisar antes de comprar... Enfim. Ia sair de lar com uma má impressão, mas passei em outra loja onde fui super bem atendida, onde a mochila era mais cara que a da madame grosseira, mas acabei pagando mais só pelo excelente atendimento. Dica: quer vender, saiba mostrar o produto e não sair "esculhambando" o cliente apenas por ele não ter comprado.

Sobre as outras lojas super comentadas, como a Livraria Sol e a Livraria Fonomag, visitei ambas, e até saí de lá com algumas comprinhas, mas nada de extravagante, já que, lembrando, sou pobre. Aliás, nesse último dia de visita à Liberdade tive o prazer de ter como guia a Ariela, do blog Dimichan, que mesmo não me conhecendo aceitou me encontrar e me mostrar alguns lugares por lá, como as próprias livrarias acima mencionadas, um mercado de produtos japoneses e até o lugar onde estuda o tal idioma nipônico. Amei conhecê-la! Ah, e ainda almoçamos yakisoba no Restaurante Katsuzen, que também fica na Liberdade.
Em suma, foi uma experiência muito agradável, que só ficou um pouco batida por conta do frio, que pode não ter sido tão intenso, mas pra mim realmente foi um incômodo. Gostei muito de ter conhecido a Liberdade e com toda certeza voltarei para outra visita algum dia. 

Mas por agora ficarei aqui, sentadinha, pensando na vida!