sexta-feira, 5 de junho de 2015

Fim de uma era: "Capricho" não será mais impressa

A revista Capricho, para quem não sabe, é uma revista que há 60 anos vem acompanhando as meninas brasileiras na fase mais atormentada de suas vidas: a adolescência. Com várias polêmicas em seu currículo, e incontáveis testes sobre amor e signos, o encerramento de sua versão encadernada (lógico) me provocou um sentimento de nostalgia. Acompanhado desse sentimento, senti uma importante vontade de linkar esse fato com a necessidade das adolescentes da nova era. Será que a revista vai mesmo deixar saudades?
Não, não estou chorando horrores pelo fim da revista teen, acreditem. Tenho 21 anos, e há tempos não acesso o conteúdo online da revista e nem menos compro a versão impressa. O que quero comentar é sobre uma nova etapa que se está traçando com o auge da comunicação via internet. As redes sociais, como todos nós sabemos, aceleram demais as informações. Nós estamos sendo mais cobrados a ter um facebook ou twitter, pois o não uso deles nos transforma em um tipo de "dinossauro virtual". Os jovens, a cada dia, estão entrando no universo virtual mais cedo, o que nos leva a pensar na necessidade de responder a esse público com mais e mais produtos, notícias e novidades. Não podemos negar que é um público majoritário que tem cada vez mais poder de compra, o que significa que mais e mais veículos publicitários se preocuparão com eles.
O fator é esse: os jovens no meio virtual. O declínio da revista Capricho, como o de outras que se seguirão, é o resultado de uma aproximação desses jovens com a rapidez nas informações. A Capricho e a Atrevida, TodaTeen, dentre outras, tinham um maior número de vendas quando as adolescentes (o público alvo dessas revistas é o feminino jovem) queriam ler uma entrevista da banda do momento, ou até mesmo ganhar um pôster do seu ator favorito. Atualmente, quando essas publicações chegam nas mãos desses jovens, a notícia já está arcaica. Por segundo, num tablet ou celular, esses jovens já estão sabendo de coisas que aconteceram há um minuto atrás... Comprar revista deixou de ser interessante.
"Esse movimento é muito ousado e marcante para o futuro da Abril neste fascinante mundo da mídia, que não para de se transformar. A partir de agora, a Abril passa a estar em constante evolução em sua oferta de produtos, em seu modo de agir e pensar. É isso que nossos clientes e audiência exigem. E é isso que – com gente arrojada, inquieta e muito capaz – estamos fazendo”, diz o presidente da Editora Abril, Alexandre Caldini.
Outro fator que ajudou a acelerar o declínio desse material foi o fervilhão de blogs que vieram com isso. O sucesso de um puxou os demais, e hoje vemos, fora a revista, vários e vários blogs importantes com o conteúdo voltado para o público adolescente. Produtos de beleza, principalmente, ganharam destaque, e várias marcas famosas passaram a pagar para que essas blogueiras divulgassem seu produto no twitter ou instagram. Os vídeos no youtube cresceram, e vários vídeos ensinando a se maquiar e a se pentear ganharam espaço. As revistas não eram mais necessárias. Por mais que esses blogs tenham parceria com a revista, não chega a ser a mesma coisa. Blogueiras, como Bruna Vieira, Melina Souza e Gi Ferrarezi ganharam a garotada e seus videos e blogs passaram a ganhar mais curtidas que os da própria revista.
Quem sabe uma nova etapa para a comunicação com os jovens esteja chegando... Até lá vamos esperar para o futuro dessas mídias. Lembrando, o site "Capricho" ainda não encerrou.


Ele continua lá.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

No.6 - Impressões sobre o novo título da NewPOP

Adocica, meu amor, adocica, adocica, meu amor... a minha vida. Olá, pessoas, como estão? Eu estou indo muito mal, obrigada, e resolvi dar uma pausa nos meus trabalhos pra desopilar conversando com vocês, já que todos com quem costumo conversar já foram dormir.
Pra quem não sabe, tenho esse espaço há anos, ou seja, são anos nutrindo este blog com posts mais que interessantes (modéééstia...).  Ao longo desses aninhos, tivemos temporadas realmente cheias de textos, porém também tivemos temporadas vazias, e tudo isso se deve ao reflexo que este blog tem com a minha vida. Como estou terminando minha faculdade e, paralelamente, trabalhando, não estou com tempo sobrando, admito, mas hoje decidi quebrar o clima e trazer um texto bem comprido sobre um de meus amores: No.6. CONTÉM SPOILERS!
Quem acompanha este blog deve saber que cheguei a publicar os primeiros capítulos do mangá aqui para download (no caso os 6 primeiros capítulos que você pode conferir aqui), ambos editados e traduzidos por mim, além de posts sobre o anime e demais produtos voltados para os fãs. No.6 é muito amorzinho, e por isso acabei me apaixonando demais pela série. Como é um mangá que aguardo há anos, a sua chegada em terras tupiniquins não poderia passar batida, não acham?
Antes de mais nada, acho que devemos aplaudir a iniciativa da NewPOP de trazer tanto a novel quanto o mangá (ambos de No.6) para o Brasil. Além disso, devemos destacar o trabalho mais do que bem feito que os editores fizeram. Me surpreendi com os detalhes, mas nem devia, já que a NewPOP nunca me deixou na mão nesse quesito. O único problema que tive foi algumas páginas com erro na impressão, mas como a própria editora anunciou em sua página do facebook, haverá troca mediante o envio de um e-mail solicitando a mesma. Agora, creio eu, é só aguardar. Se houver problema, não se preocupem, pois o resultado dessa "novela" será publicado aqui. :) Prosseguindo...
No.6, antes de mais nada, formou um grande número de fãs em todo o mundo quando sua versão animada foi exibida no bloco noitaminA na Fuji TV. O anime, no caso, está diretamente associado ao mangá que foi lançado pela revista Aria, com o roteiro de Asano Atsuko e os desenhos de Kino Hinoki, mangá esse baseado numa novel da autoria de Asano Atsuko. A novel, por sinal também será lançada pela NewPOP. Ambos já foram finalizados, e possuem 9 volumes, cada.
A história do mangá gira em torno de uma cidade chamada No.6 (Number Six), cidade essa que é considerada por seus próprios habitantes o local perfeito para se viver. No caso, é uma cidade utópica, que no decorrer da história vai se mostrando cheia de defeitos. Shion é apresentado como um jovem pertencente à elite da cidade, vivendo inicialmente em Chronos, e posteriormente em Lost Town. Essa mudança de local se deve ao fato de Shion ter infringido as leis da cidade, pois abrigou Nezumi, um foragido da polícia. A história realmente começa quando Shion descobre os segredos da cidade, passando a ser considerado um "fora da lei".
Claro e óbvio que não é o clima de perseguição e as cenas de ação que fazem de No.6 um mangá popular. A história, apesar de ser classificada como shoujo (publicação em revista voltada para o público feminino), é também definida como shounen-ai (amor entre meninos - não explícito) ou até mesmo yaoi por alguns sites. Como sou fujoshi assumida, não sei nem pra onde ir, pois me sinto um pouco confusa quanto a essas classificações. Em suma, acho que podemos definir No.6 como: um shoujo com beijo gay. É um BL, moços.
Shion e Nezumi apresentam desde o primeiro capítulo uma química fortíssima, que a olhos nus já mostra que ambos ultrapassarão a barreira da amizade. Shion, inclusive, em uma passagem, admira Nezumi em sua mente e em seguida fica vermelho. Fora que o clima entre os dois esquenta em diversos momentos, inclusive quando ambos dançam agarradinhos... Fora o beijo de despedida que Shion tasca em Nezumi (beijo que SIM, existe no mangá).
Considerações Técnicas: Fora o erro de impressão, gostei muito da qualidade. Porém, devemos lembrar qua o mangá está sendo vendido por R$14,00, e o valor, por si só, exige um material melhor. No caso, o mangá foi impresso em papel off-set 90g e 4 páginas em papel couchê brilho. A tradução está boa, mas nem liguei muito ao ler, pois já conheço a história de cabo a rabo. O único problema gritante foi esse erro de impressão, porque... Vai ser uma dorzinha de cabeça a mais. A capa, como podem ver pela imagem a seguir, segue o mesmo padrão da edição japonesa, com pequenas mudanças.

A seguir imagens mais detalhadas da edição:

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Hana Yori Dango

Hello! Como podem ver, resolvi deixar minha preguiça um pouco de lado e postar com mais frequência aqui no blog. O post de hoje é sobre uma história que terminei de acompanhar há dois anos atrás e só hoje veio em minha mente que poderia se tornar um post bem interessante para quem está buscando uma indicação ou apenas pra quem deseja ler algumas curiosidades sobre o mangá shoujo Hana Yori Dango.
O mangá de Hanadan, para quem não sabe, disputa com Nana o título de mangá shoujo mais vendido no Japão e, sem dúvidas, é um dos mangás que mais ganhou adaptações em live action. Nesse post me proponho a tratar sobre a história de Hana Yori Dango, o que inclui o mangá e o anime, além de indicar alguns doramas baseados na história. C'mon...
A história de Hana Yori Dango se passa no colégio Eitoku Gakuen, uma instituição destinada à formação de jovens ricos. Sendo mais precisa, é um colégio para os filhos das famílias mais ricas do Japão. Dentre os jovens que lá estudam, um grupo se destaca: o F4 (Flowers Four, ou as Quatro Flores), grupo formado por quatro rapazes, os herdeiros das famílias mais poderosas do Japão e, consequentemente, os rapazes mais ricos do colégio. Os quatro, Tsukasa Doumyouji, Rui Hanazawa, Soujirou Nishikado e Akira Mimasaka, formam uma espécie de "clube do bolinha" que manda e desmanda na escola.
Tsukushi Makino, por outro lado, é uma garota pobre que estuda na Eitoku pelo simples fato de seus pais quererem que ela se case com algum milionário. Tsukushi, ao contrário de seus pais, apenas quer que os anos na escola passem cada dia mais rápido, por isso se camufla entre os outros alunos, buscando a tranquilidade. A história de Hana Yori Dango começa quando Tsukushi, ao ver sua amiga sem querer derrubar o líder do grupo, o intimidante Tsukasa, enfrenta a autoridade do F4, o que significa enfrentar todo o colégio. Em suma, Tsukasa tratará de transformar sua vida em um inferno.
Estamos tratando de um shoujo, o que nos faz presumir os possíveis caminhos que a história tomará. Tsukushi, como uma heroína que se preze, enfrentará todos os obstáculos que serão erguidos no decorrer de sua trajetória, porém contará com a ajuda de algum membro do F4, o que indica seu relacionamento amoroso com algum dos quatro.
Vou adiantar algumas coisas que ficam previsíveis logo no primeiro capítulo, o que não trataria como spoiler, porém, se tiver curiosidade em ver por si só, aconselho que pare de ler agora e corra pra baixar os episódios do anime. Para deixar o texto bem mais interessante, resolvi dividi-lo em alguns tópicos referentes a cada um dos personagens centrais.

Tsukushi Makino
A palavra "tsukushi" significa erva-daninha em japonês, ou seja, a protagonista é como uma planta que está em um lugar onde a consideram indesejável. De personalidade forte, orgulhosa, passa por vários apertos ao receber um cartão vermelho do F4, sendo, a partir de então, perseguida por toda escola. Para mostrar o quão forte a personagem é, a mangaká a fez passar por maus bocados como, por exemplo, ser arrastada por um carro. Tsukushi sofre, mas acaba sendo responsável por uma grande mudança comportamental dos membros do F4. Não sei se posso incluir o Soujirou e o Akira, mas Tsukasa e Rui mudam ao longo da história. Tsukushi também muda, pois acaba percebendo que enfrentar seus problemas é melhor do que ficar esperando o tempo passar mais rápido.

Tsukasa Doumyouji
Tsukasa é ao mesmo tempo o vilão e o mocinho da história. Por seu comportamento agressivo, se envolve em várias brigas, algumas bem sérias que são abafadas pelo poder financeiro de sua família. Desde criança a figura paterna e materna se mostrou cada vez mais ausente em sua vida, fato que só não é tão grave devido à companhia de sua irmã mais velha. Podemos tentar entender um pouco seus atos violentos como uma carência por afeto, carência elevada ao máximo após o casamento de sua irmã. Seus primeiros encontros com Tsukushi, à princípio tensos, aos poucos, suprirão essa lacuna deixada por sua irmã, até então a única pessoa que o "colocava nos eixos". Interessante pensar como o amor pode nascer de algumas discussões e pontapés.

Rui Hanazawa
Provavelmente seria o grande amor de Makino, e por alguns instantes o foi. Rui é de longe um galã idealizado, porém é um jovem desligado, que não se interessa por nada ao seu redor, além de sofrer por seu amor de infância não correspondido. O jovem de "olhinhos de bola de gude" e cabelos dourados, é no início, frio e quieto, porém sua convivência diária com Tsukushi vai mudando um pouco os seus sentimentos e o seu humor: ele passa a sorrir mais e a se preocupar com Tsukushi.
Yoko Kamio, a mangaká, à priori, dá a entender a existência de um provável relacionamento entre os dois, mas devido à preferência dos leitores por Tsukasa, acabou cedendo.

Amo a ida e vinda dos casais em Hana Yori Dango, e devo salientar que, ao contrário do acontece em Ao Haru Ride ou Peach Girl, a história não fica cansativa, ganhando um desenvolvimento cada vez mais emocionante. Fora os três, a mangaká dedicou alguns arcos à outros personagens, por exemplo o arco onde conta o rompimento entre Soujirou e uma amiga que era apaixonada por ele. Em Hana Yori Dango o entra e sai de personagens é constante, mas o triângulo amoroso permanece até o final.
Hana Yori Dango, se não for o mais, é um dos mangás mais adaptados para séries e filmes, o que pode ser justificado devido ao seu enredo leve, carismático e empolgante. É envolvente como uma novela, por isso que a preferência em adaptar a história. Vejamos, Hanadan possui muitos e muitos live actions, mas, como só posso falar do que já assisti, recomendo a versão sul-coreana (Boys Over Flowers) e a japonesa (Hana Yori Dango), sendo que essa última é, sem sombra de dúvidas, a mais aclamada entre os fãs.
Enfim, espero que tenham gostado desse texto, que foi escrito mais com a pretensão de indicação mesmo, pois acho que muitos de meus leitores ainda não conhecem essa obra. Espero que tenha agradado a todos.

Até a próxima. 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Novidades sobre o musical de Kamisama Hajimemashita

Realmente a revista Hana to Yume está investindo em Kamisama Hajimemashita, que começou tímido, mas hoje é um dos títulos mais importantes da revista. A segunda temporada do anime começou a ser exibida na semana passada, mas as novidades sobre Nanami e companhia não pararam por aí. Em dezembro do ano passado foi anunciado um musical de Kamisama Hajimemashita, que estará em cartaz no Japão, mais especificamente no teatro Tokyo Geijutsu Gekijou Playhouse, de 21 à 29 de  março de 2015. O elenco já foi confirmado, mas as fotos dos mesmos já caracterizados estão sendo divulgadas aos poucos. Pois bem, confiram os atores como Tomoe e Kurama. Atualizarei o post com os demais conforme a divulgação.
Keisuke Minami como Kurama
Ren Yagami como Tomoe
O musical terá Takehiko Hata como diretor e roteirista. Os fotos dos atores de Nanami e Mizuki com suas respectivas caracterizações ainda serão divulgadas, então ficaremos no aguardo, né?

Xero!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Kamisama Hajimemashita 2ª temporada - Primeiras Impressões

Ontem (05/01) estreou no Japão a segunda temporada de Kamisama Hajimemashita, o anime do qual já falamos aqui, então, se ainda não conhece a série, aconselho que leia o post anterior. O título não foi o melhor shoujo da temporada na qual foi exibido, mas foi um anime muito agradável de se assistir, e é por essa razão, e devido às comemorações do aniversário de 40 anos da revista Hana to Yume (revista na qual seu mangá é publicado no Japão), que sua continuação foi anunciada. Não esperei nem em meus sonhos mais otimistas por essa nova temporada, pois, desculpem-me, considerei a primeira fraca. Como veem, não sou uma boa vidente. Este post contém SPOILERS.
Devo adiantar que, tendo em vista que até agora foi exibido apenas um episódio, não me resta nada mais do que a tarefa de supor, então não esperem uma review completa. Bem, essa segunda temporada se propõe a trabalhar novos arcos, partindo do volume 6 do mangá. No primeiro episódio fizeram uma junção dos capítulos 31 e 32 com os capítulos 33 e 34, o que me deixou bastante confusa.
Logo na primeira cena fomos apresentados à Akura-Ou, um youkai (demônio) que possui uma ligação com Tomoe, o que abalará a vida tranquila dos moradores do templo Mikage. Nanami, a nova divindade da terra e guardiã do templo, continua a viver em seu posto, se mostrando mais dedicada a aumentar os seus poderes, além de continuar apaixonada por seu familiar, o demônio Tomoe. Pois bem, a trama ainda focará um pouquinho mais no passado de Tomoe, dando sequência ao que já foi abordado nos últimos episódios da primeira temporada.
O primeiro episódio focou num teste para Nanami ir para uma conferência de divindades, buscando assim sua aprovação. O teste apresentado no anime envolveu a criação de um shikigami, já o teste do mangá foi idêntico, porém Nanami teve que competir com outra divindade humana. Shikigami, pra quem não sabe, é uma espécie de espírito protetor (quem já assistiu Shaman King deve lembrar de Gouki e Zenki).
Pois bem, não sei o motivo, mas resolveram cortar a personagem Kayako, a "divindade humana", o que não mudou muito a história. Sua importância consiste no fato de que é ela quem introduz o personagem Mori Kirihito, ou melhor, o Akura-Ou. A participação da personagem apenas ia estender a história, o que não é tão bom quando se procura, em poucos episódios, dar um desfeche.
Como já mencionei, Nanami ganhou um shikigami, o que será uma grande evolução, pois ele substituirá os seus talismãs. Nomeado Mamoru (que significa "proteger"), o shikigami em forma de macaco, dará um toque fofo à série, então já prevejo várias pelúcias dele nas lojas japonesas.
Sobre o episódios seguintes
Akura-Ou será devidamente introduzido, e a história de como seu espírito foi parar no corpo do jovem Mori Kirihito deverá ser explanada. Outro personagem melhor trabalhado no próximo episódio será Mizuki, que procurará Kurama pra saber como deve agir na presença de humanos. Aproveitando, Kurama terá seu passado um pouco remexido com o surgimento de seu irmão.
A conferência de divindades continuará sendo abordada, e com a mesma conheceremos outros deuses, além de compreendermos melhor a relação entre Mikage e Tomoe. Sério, Tomoe continuará sendo uma lacuna durante muito tempo, e muita coisa sobre ele aparecerá, pois, afinal, a história toda se baseia no relacionamento entre ele e Nanami. Não devemos esquecer que estamos falando de uma animação shoujo, o que significa que teremos uma estudante adolescente conhecendo um mundo novo, apesar de continuar se preocupando com os problemas escolares, enquanto de apaixona por um jovem lindo "com orelhas" (sim, isso soa muito familiar). É uma obra que se destaca por sua simplicidade e por possuir características em comum com outras obras.
Considerações finais
A abertura melhorou em relação à da primeira temporada, mas continua simples. O estúdio TMS Entertainment continua trabalhando no título, o que justifica o mesmo design dos personagens e a mesma trilha sonora. Ainda não foi divulgado o número de episódios que serão exibidos, mas suponho que serão, em média, 13 episódios.

Agora só nos resta assistir. 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Conhecendo o maior Centro Pokémon de Tóquio

Não há como negar que muitos conheceram a franquia Pokémon por meio do anime, que já possui 17 temporadas. Porém a franquia de "Ash e seus amigos" também possui mangá (com publicação em andamento no Brasil), filmes, jogos eletrônicos ou até mesmo card game. Sem dúvidas é uma das maiores franquias da Nintendo, e por essa razão a mesma não poupou esforços para tornar o mundo dos "bichinhos de bolso" mais próximo da realidade. Para muitos isso não é novidade, mas no Japão existem os Pokémon Centers, ou seja, uma enorme loja de produtos relacionados à franquia, como pelúcias e camisetas, por exemplo.
No final de 2014 a Nintendo inaugurou uma mega estrutura chamada Pokémon Center Mega Tokyo, em Ikebukuro, um dos bairros mais famosos da capital. Atualmente é uma das atrações da cidade.

Que tal conhecer um pouco sobre essa mega estrutura?

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Inspirações para 2015

2015 já começou. A partir de hoje vocês têm cerca 365 dias para curtir a vida, além de colecionar experiências únicas. Como todo ano é uma caixinha de surpresas, nas quais coisas boas e ruins podem acontecer, desejar algumas viagens e passeios logo no começo de cada etapa faz com que exista uma maior probabilidade de se conseguir um bom ano. É claro que nem tudo que queremos vai acontecer, mas se programarmos com antecedência, as chances ficarão do nosso lado. Então, para ajudar meus leitores nessa tarefa, selecionei algumas imagens para servir de inspiração. Confiram:
Viajar de avião
1 - Viajar de avião
2014 não foi um ano muito bom para as viagens de avião, como vimos nos noticiários, entretanto, o avião continua sendo um dos transportes mais seguros de se viajar, sem contar na rapidez e conforto, além do frio na barriga em cada decolagem. 
Sorvete
2 - Sorvete
Sorvete nunca vai sair de moda, pelo menos se depender de mim. Apesar de colaborar com algumas gordurinhas, um sorvetinho não mata ninguém, além de ser algo necessário para pessoas como eu, que vivem em locais quentes.
Gelado e quente ao mesmo tempo
3 - Conhecer a neve
Como já falei acima, vivo numa região muito quente, o que já descarta a probabilidade de neve. Nunca caminhei sobre a neve, e em 2015 espero visitá-la. Sei que morrerei de frio, mas a experiência será única, isso posso garantir.
Books, books and books.
4 - Conhecer novas livrarias
Todos nós sabemos que cada livraria é única. Encontrar um exemplar único de Alice ou Peter Pan pode ser algo mais gostoso que sorvete... Ou não!
Music, yeah!
5 - Ir pro show da sua banda favorita
Em 2013 e 2014 pude zerar a vida com o show da Beyoncé e do Guns n' Roses, respectivamente, então espero que 2015 me brinde com algum show que balance minha rotina e que me faça ficar em meio a uma multidão (sem ironias, lógico).

Espero que em 2015 esse blog ganhe novos textos, ajude novos leitores e distraia os antigos, porque sem vocês esse espaço já teria acabado há muito, muito tempo. Agradeço mais uma vez a companhia e espero ter colorido um pouco a criatividade de vocês.

Ano novo, vida nova!