terça-feira, 25 de outubro de 2011

Paradise Kiss

Em uma madrugada fantástica, eis que decidi assistir um novo anime, apenas para descontrair uma noite em claro. Elegi para este momento Paradise Kiss e, inexplicavelmente, não me arrependi da escolha. Paradise Kiss, da mesma autora de Nana, Ai Yazawa, me fez ter um momento único... Algo que por muito tempo não me ocorreu, e é por essa e outras coisas que irei nesse post elogiar esta história. Análise a seguir:
O que percebi ao ler/assistir as obras da mangaká Ai Yazawa é que a autora faz do cenário em que vai se passar a história algo marcante na trama, algo único dentre todos seus trabalhos, algo inovador. Tomemos como exemplo Nana, que é a história onde duas garotas que possuem o mesmo nome vivem no mesmo apartamento. Yazawa, nessa história, fez da mesa feita por Nana (Oosaki), que se encontra na janela, o local central da trama, onde os personagens se reunirão, onde os fatos importantes acontecerão... Com Paradise Kiss não foi diferente. Logo no primeiro episódio de ParaKiss, na primeira fala mais precisamente, Yukari Hayasaka, a protagonista, descreve como é o ateliê, com sua escada, com seu cheiro impregnante de doces chineses, local onde pode-se escutar músicas histéricas, além de sua porta rosa choque. Mundo fantástico.
É nesse ambiente que Yukari, apelidada carinhosamente de Caroline, irá descobrir um novo mundo, e dentro dele irá viver uma nova vida. Tudo começa quando ela está indo para seu cursinho e, de repente, Arashi, um punk, a aborda. Yukari então corre, mas esbarra em Isabella e desmaia, pois acaba pensando que a mesma é um Shinigami (deus da morte). pior que parece Quando acorda, já no ateliê, Yukari se depara com Isabella, um travesti, Arashi (aquele punk) e Miwako, estudantes da Yazawa Gakuen (uma escola famosa por dedicar-se ao estudo da moda) que acabam a convidando para ser sua modelo em um concurso, por ela se encaixar perfeitamente na imagem que eles tinham para o vestido. Yukari, ainda assustada com tudo isso, recusa. Arashi então é rude com ela, o que faz Yukari sair correndo. Quando ela já está subindo as escadas para sair do ateliê, Miwako a chama de "Caroline", por não saber seu nome, e diz que ela pode ir a qualquer hora para lá. Com o susto Yukari derruba sua Identidade Estudantil.
Miwako
Para a festa estar completa, o 'chefe' desse grupo de estudantes é nada mais, nada menos, que o egocêntrico George. Ele olha a foto de Yukari que está na Identidade Estudantil da garota e a acha muito bonita para ser a modelo do desfile, mas como Arashi foi muito rude com ela, George decide ir até a escola de Yukari se desculpar com ela, fazendo com que ela reconsidere o pedido de desfilar para eles. Ele, chegando lá, pede desculpas em nome de seus amigos e diz que só devolverá sua identidade se ela for com ele pegar. Eles então entram no carro de George, um Jaguar E-Type 4.2 Series 2 Roadster, e vão até a escola Yazawa, onde George pede para um amigo, o lidérrimo Seiji (maquiador e cabeleireiro muito famoso), que corte o cabelo de Yukari, que incialmente se nega, mas, por fim, sai de lá com um novo visual gostava mais do anterior. Eles então vão para o ateliê, onde Yukari conhece mais sobre Paradise Kiss (ParaKiss), que é a grife deles, sobre o ateliê, que era um bar, e acaba vestindo um vestido da grife, que fica perfeito nela. George então diz, após devolver sua Identidade Estudantil, que esperará três dias para que ela decida se quer ou não desfilar para eles no festival.
George
E é num clima de dúvidas que Yukari decide aceitar o convite deles. O que me deixou mais e mais fascinada foram as características ímpares de cada personagem. Yukari, a garota que muda ao decorrer da história, se apaixona por George, larga tudo para viver esse momento, mas decide retornar para casa, já que precisa de autorização de seus pais para seguir profissionalmente a carreira de modelo. George, por outro lado, é aquele riquinho mimado que diz que ama Yukari, mas age como se estivesse com ela apenas para aumentar seu ego. O desfile, por fim, é um sucesso, logicamente com seus imprevistos, mas tudo acaba bem. O final, bem... Seria importante não comentar sobre ele, já que, para quem não leu ou assistiu fica meio chato, mas seria um final bem interessante para minha vida (falo do noivo dela).
O trabalho de Ai Yazawa é realmente incrível, sendo que cada personagem criado por ela, por mais cômico que seja, tem um ar elegante (fora as roupas que eles usam, que parecem ter saído de um desfile). No final do primeiro episódio levei um susto por ver no encerramento a música 'Do you want to?', da banda britânica Franz Ferdinand (ah, e notem que na parede de um quarto, no anime, tem um 'pôster' da banda). *O* Aqui o encerramento:

Aí está... Ah e pra quem não sabe, a história já possui um live action e o mangá já foi licenciado no Brasil!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Aoharaido - Um perfeito exemplo de um amor juvenil

Continuando meus comentários sobre Aoharaido (se você não leu o comentário anterior, clique aqui). Nesses últimos dias tive o prazer de começar a ler Strobe Edge, que é da mesma mangaká de Aoharaido, e posso afirmar com certeza que o mesmo não mexeu muito com os meus sentimentos de leitora viciada. Bem, amo os traços da Sakisaka Io, mas a personagem pricipal, Ninako, nem se compara com a carismática Yoshioka Futaba. Sabe quando comparamos as duas e vemos que uma tem aquele ar de maturidade, de determinação? Pois bem! Em Strobe Edge, Ninako se apaixona por Ren, o cara mais popular do colégio (clichê básico), os dois se encontram várias vezes no trem, ela começa a sentir-se atraída por ele, mas depois descobre que o mesmo tem uma namorada, que ainda por cima é modelo. Bem, ela então decide se confessar para este sujeitinho, mas ele logicamente recusa. O chato é que surgem dois personagens mais interessantes que ele na história, e os dois gostam dela, mais ela recusa, já que não consegue esquecer este cara que ela conheceu no trem. Já por outro lado, Yoshioka, de Aoharaido, tem uma coisa que não a deixa melosa...
Estou acompanhando de pouco em pouco Aoharaido e, até agora, me deparei com um casal bem diferente... Os dois eram apaixonados um pelo outro quando mais jovens, mas com vários acontecimentos, acabaram de distanciando. Esse casal se difere do outro pelo simples fato de eles já se gostarem sem precisar falar nada. Sakisaka Io, esta pessoa, não satisfeita com a confusão já existente na cabeça dos dois, implatou mais um clichê: Makita, amiga de Futaba, agora inventou de gostar de Kou (pessoa por quem Futaba está apaixonada). E essa história, um pouco adolescente, um pouco infantil, se passa nesse clima. Kou diz que mudou, que não é mais aquela pessoa que Futaba conheceu, mas com o passar dos episódios ele demonstra um carinho mais que especial por nossa protagonista. Não sei bem como a mangaká vai sair dessa "encurralada" em que ela mesma se botou, mas ela terá, ao meu ver, que se superar para, aos poucos, ir fazendo Kou perceber (se é que essa criatura já não percebeu) que está apaixonado por Futaba.
Acho que é isso que deixa Aoharaido mais e mais excitante: nada sabemos ao certo sobre os sentimentos dos protagosnistas. Ainda há muitos segredos!

Espero no próximo post sobre Aoharaido poder contar mais... ESPERO!


sábado, 15 de outubro de 2011

No. 6 - Capítulo 01

Hoje, como estamos comemorando o aniversário do blog, trouxe um presente para vocês: o download do primeiro capítulo do mangá de No. 6. Espero que curtam!


A história se passa no ano de 2013, na utópica cidade No. 6. Esta cidade possui uma área luxuosa chamada Cronos, onde vive um garoto gênio, Shion. A história realmente começa quando Shion, em seu aniversário de 12 anos, conhece um garoto fugitivo chamado Nezumi (rato). Ele então decide ajudá-lo, mas seu envolvimento é descoberto e ele é expulso de Cronos, indo morar no distrito de Lost Town, considerado o pior lugar para se morar. Agora, 4 anos depois, está sendo considerado um criminoso e com isso vai descobrindo toda a conspiração que está por trás de No. 6.



Estamos completando 1 ano... Parabéns!

Ontem, 14 de outubro, o blog completou 1 ano no ar. Não consegui escrever um post, já que passei toda a manhã andando de um lado para outro arrecadando doações para uma viagem à Mossoró, e pela tarde inventei de desmaiar na cama da mãe. Hoje, como estou fazendo as coisas em partes (colocando leituras em dia), consegui uma brecha para deixar aqui um recado de comemoração, pois não é todo dia que algo que faço completa 1 ano...
Como nasceu o Blog da Raio?
Sabe quando se está naqueles dias de tédio na internet? Quando o Ensino Médio está acabando, quando todos estão preocupados com o ENEM e você está ENEM aí? Foi em um desses dias que este espaço foi criado! Eu, como bloggeira profissional (já tive um fã-site, já fui da staff de um, já tive um fã-blog, enfim...), não queria mais só escrever sobre determinado tema. Poxa, pensei, que tal um blog meu? Queria um local em que eu pudesse escrever sobre qualquer coisa que me viesse na telha e, no momento, não me via na cabeça outra coisa fora a ideia de um blog feito por mim, para mim.

Blog da Raio? Que falta de criatividade é essa, criatura?
O nome de um blog é algo que em si, resume todo o conteúdo, em uma só palavra. Como vejo por aí, não queria colocar no título uma frase em inglês ou em francês, que muitos usuários costumam fazer pra elevar sua própria auto-estima. Se o blog é meu, que tal dizer logo que ele é meu e acabar com possíveis dúvidas de um rótulo qualquer.

Você costuma escrever sobre algo específico?
Este blog é minha distração. Escrevo escutando Madonna (como agora), ou qualquer cantora que estou viciando no momento. Filmes, animes e algum novo album de uma cantora qualquer, são os temas sobre os quais mais escrevo. Tá, os animes ultimamente pegaram um espaço maior no número de posts, mas isso se deve ao meu desaparecimento costumeiro. Às vezes costumo sumir, então quando volto costumo falar sobre as coisas que fiz nesse tempo de hiatus e, basicamente, assisto animes (faz tempo que não assisto um anime de qualidade... aiai).

La Isla Bonita está tocando agora.... Pausa pra meu momento de incorporação!

Existem muitas postagens que ainda não terminei, por questões como falta de tempo, entre outras. Estou apenas esperando as férias, pra publicar tudo e viver com a consciência tranquila. Ah, e minha tia ligou ontem e pedi pra mãe perguntar se lá onde ela mora fica próximo à Liberdade. Ela disse que de lá pra Liberdade leva só 16 minutos. OMG! Tem gente que mora perto do paraíso e nem sabe disso... 

Você pretende seguir com este blog por mais quanto tempo?
Não sei. Vai que um dia eu acorde com raiva de tudo, com vontade de apagar tudo da internet, queimar meus DVD's e doar o PC para meu irmão? É, só nesse caso, acho!
Ah, e como prometido, hoje postarei o 1ª capítulo do mangá de NO. 6. Estava trabalhando em mais um projeto, mas decidi adiar e postar nas férias, já que ainda não terminei de editá-lo... Só estou postando NO. 6 porque já havia anunciado. 

Então, até!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Follow Me

Sabe quando você está enlouquecendo pra assistir 'My Week With Marilyn'? É! Com esse trailer liberado, considerado, por mim, fantástico, estou roendo minhas unhas pra assistir. Enquanto essa vontade vai consumindo meu ser, me deparei, ontem, com a vontade de criar um twitter apenas do blog. Sei que pode parecer estranho, mas nunca fiquei com vontade de criar um twitter só do blog, já que tenho o meu. Mas com o niver do blog, no qual estamos comemorando 1 ano, achei melhor fazê-lo de uma vez por todas.
Fora essas e outras coisas, volto a repetir por aqui que estou com pouco tempo. Sinceramente, não sei se até dia 14 conseguirei terminar de editar todas as coisas... Tudo está corrido! Agorinha mesmo estou estipulando uma marca por dia de coisas que terei que fazer. #morre Até lá, siga nosso twitter clicando no button a seguir, ou aqui.

CLIQUE E SIGA!

ATUALIZADO: Ocorreu um erro na conta e ela foi suspensa (WTF?), então editei o @FullmetalNews!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ligações entre Junjou Romantica e Sekai-ichi Hatsukoi

Os dois títulos (Junjou Romantica e Sekai-ichi Hatsukoi), além de serem obras da mesma autora (Shungiku Nakamura), do mesmo gênero (yaoi), ainda possuem outra ligação: alguns personagens de Junjou Romantica aparecem em Sekai-ichi Hatsukoi. 
Não bastando a ligação entre os casais na mesma série, a mangaká resolveu inovar (até parece o Clamp) e unir os dois universos. Comecei a notar essa 'ligação' quando observei que Usagi-san (JR) e Onodera (SH) já trabalharam juntos, sendo que Onodera era o editor de Usagi (Akihiko Usami), quando os dois trabalhavam em livros de literatura. Isso podemos notar no em vários episódios das duas séries, mas vou começar pelo 1ª episódio de Sekai-ichi Hatsukoi:
Onodera conta, ao se lembrar do passado, que era encarregado de um famoso escritor, quando ele trabalhava na empresa de seu pai. No flash, notamos que esse famoso escritor era nada mais nada menos que Usami Akihiko ou, para nós, Usagi-san. Outro momento que cita este envolvimento dos dois se encontra no 2ª episódio de SH, quando, em um sonho de Onodera, aparece um ranking com as vendas do mês, onde nas 4 primeiras posições se encontram as obras de Usagi-san... Ambos livros feitos com o auxílio de Onodera. Como nós sabíamos, em Junjou Romantica, Usagi-san trabalhava tanto com literatura, como em BL. Uma vez, em JR, Misaki pega pra ler uma novel BL da autoria de Usagi e, na capa, que é idêntica aos mangás que vendem na vida real, ainda por cima é da editora Marukawa, a mesma que Onodera vai trabalhar quando sai da empresa de seu pai. Ah, e em uma festa, quando Onodera é apresentado a Yoshino, Hatori fala a Yoshino que Onodera era responsável por Akihiko Usami, o romancista.
Outra coisa que percebemos, para dar mais força a ideia que Usagi estava trabalhando na Marukawa, é que Isaka, o amigo do irmão mais velho de Usagi, um dos reponsáveis por Usagi na editora, é o editor executivo da Marukawa. Quando vi esse bendito no elevador, sendo apresentado a Onodera por Takano, fiquei assim: O.O
Esse personagem é o foco principal em Junjou Mistake, mangá da mesma autora, spin off da série Junjou Romantica, que conta a história de romance que ocorre entre ele, Isaka, e Asahina, sua "babá". Mangá com volume único!
Fora essas coisinhas, no 1ª episódio da 2ª temporada de Sekai-ichi Hatsukoi, nos deparamos com um personagem ilustre: Misaki, de Junjou Romantica! Ele estava dormindo ao lado de Onodera... Achei super!
Ah, e mais uma coisinha: no OVA de SH aparece, atrás de Takano, um pôster de Junjou Romantica. Confira:

E você, fã de yaoi: alguma vez notou algum desses detalhes? Sabe de mais outra ligação entre as séries? Comente!


ATUALIZADO!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Exódia, obliterar!

Depois de vários momentos pensando em o que escrever, me veio na cabeça a lendária cena do anime Yu-Gi-Oh!, em que Yugi, em um duelo contra Kaiba (que pateticamente usou a fusão de três Dragões Brancos de Olhos Azuis), em sua rodada, quando pensávamos que tudo estava acabado, invocou o indestrutível Exódia. Esse episódio inspirou vários jogadores, assim como eu, a juntarem as 5 partes do Exódia e, quando está tudo quase perdido, invocar o Deus Supremo do game, ou quase. O foda nisso tudo é que aquela foi a primeira e última vez (?) que vimos sua invocação, já que em um bendito episódio, enquanto Yugi estava num navio, um sujeitinho nojento joga as partes do lendário e único (?) Exódia no mar. Não sei a lenga lenga que o anime teve depois, já que estava mais focada na série até o duelo de Yugi e Pegasus, depois comecei a estudar de manhã e tudo mudou.
Para vocês incorporarem o espírito da coisa, eis um vídeo do momento da invocação. OBLITERAR!  A seguir:
Exódia, para alguns jogadores, se tornou uma lenda, maaaaaaas a coisa começa a desandar quando começaram a aparecer mais e mais Deuses Supremos. Pergunta: ou é, ou não é, né? tentando abstrair Não sei se foi um erro, mas no começo o próprio avô do Yugi disse que aquele, Exódia, era único e tal, mas depois aparecem as imitações de camelô e surgem os 3 irmãos bombados: Obelisco, Dragão Alado de Rá e Slifer (filme), que com suas cores diferentes formavam o trio invencível. Ah, e sem comentários para o Exódia Necross, que é a versão afrodescendente do nosso camarada dourado. No final das contas o Exódia não tem a invencibilidade que o mito dos primeiros episódios do anime nos passou.
Para mim, o momento mais 'fuck yeah' foi quando Yugi usou o Kuriboh (considerado a carta mais fraca para duelo) com uma carta de multiplicação para ganhar do, mais uma vez, fodástico Dragão Supremo de Olhos Azuis do Kaiba. Afinal, depois de continuações de Yu-Gi-Oh!, ainda tendo minha coleção de cards na gaveta, minha primeira carta praticamente deteriorada, venho aqui dizer que papai comprava muito pacotinho de cartas e me dava para conseguir meu bom comportamento na escola. rs Cartinhas do 'Yu-Gi-Oh!' foram a minha infância! E é com este post que inauguro o mês de Outubro por aqui.

Outubro é o nosso mês de aniversário!