quinta-feira, 29 de março de 2012

Anúncio: 3ª temporada de Junjou Romantica está a caminho? Tudo indica que sim!

Hello! Como anda a vida, povo moço? Hoje 'enveredei' por essas áreas para trazer à tona uma mega, hiper e bombástica notícia para minhas camaradas fujoshi. Lembram que falei aqui no blog, mais precisamente mês passado, sobre uma nova animação baseada em uma obra de Shungiku Nakamura? Pois é, aquele projeto secreto já foi revelado e trata-se de nada mais, nada menos, que Junjou Romantica. Ainda não foi confirmado se é uma 3ª temporada ou um OVA. Sim, caríssimos amigos, acertei na mosca, como vocês podem checar aqui e aqui! Acho que minhas habilidades como profeta finalmente serviram para alguma coisa. Mãe Diná, cuidado!
Essa notícia maravilhosa me veio pelo tumblr, e no mesmo instante me deu vontade de vir aqui e postar, mas estava meio ocupara com a faculdade, então deixei pra agora. Tá, a notícia saiu ontem mesmo (aqui), então ainda está fresquinha. Essa boa nova foi anunciada na edição de abril da revista Asuka Ciel, que irá sexta às bancas. Essa nova adaptação do mangá BL de Shungiku Nakamura, Junjou Romantica, provavelmente será em comemoração aos 10 anos do mangá.
O mangá de Junjou Romantica já inspirou duas temporadas de animes em 2008 e já foi licenciado na América do Norte. No Japão, o mangá ainda está em andamento na revista Ciel, sendo que o volume 15 está agendado para maio.

Pronto, agora a 'porra' ficou séria! Beijos :*


ATUALIZAÇÃO! É, meus caros, acaba de ser confirmado que a tão aguardada animação de Junjou Romantica será em formato OVA, e não uma 3ª temporada, como estavam especulando. Segundo o Manga-News, será um episódio de 20 minutos para cada casal. Os OVA's serão lançados dia 20 de dezembro, juntamente com o 16ª volume do mangá! A animação será dirigida por Chiaki Kon e terá roteiro da própria Shungiku Nakamura. Via Blyme.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Twiggy - The face of 1966

Se me perguntassem qual minha época favorita no quesito moda, logicamente escolheria os anos 50 e 60. Tudo isso se deve aos ícones da época, como Audrey Hepburn, a 'bonequinha de luxo' que abrilhantou os anos 50, e Twiggy, 'o rosto dos anos 66'. Lógico que nesse período também reinaram outras inesquecíveis 'imagens', como Bardot e Monroe, mas Hepburn e Twiggy conquistaram minha preferência. Bem, como já falei muito da 'galerinha' dos anos 50 em um seminário que fiz ano passado, decidi salpicar algumas coisas sobre os anos 60, resumindo-o em um só nome: Twiggy.
Para os que não conseguem enxergar o que a modelo significou para o mundo da moda, explicarei rapidinho: bom, como já citei, dois dos principais ícones da moda nos anos 50 foram Marilyn Monroe e Brigitte Bardot. Se formos analisar essas duas, podemos constatar que o padrão de beleza da época era totalmente diferente dos dias atuais, pelo menos para a moda. Tanto Bardot como Monroe eram símbolos sexuais, com suas curvas avantajadas e 'ar de mulher'. Já em contraste com esse padrão de beleza, nos anos 60, mais precisamente em 1966, surge no cenário da moda a inglesinha Twiggy, uma modelo de 16 anos, exageradamente magra, com traços angelicais e olhos marcados por muito rímel e cílios postiços. É ela que define o padrão de magreza que está inVoga nos dias de hoje.
Tudo começou quando uma amiga da jovem Lesley Hornby (seu verdadeiro nome), que trabalhava em uma revista de moda, começou a insistir que ela tinha talento. Ela não acreditava que pudesse conseguir algum trabalho como modelo, por causa dos padrões 'voluptos' da época (como citei acima), mas resolveu dar uma chance ao destino. Assim essa amiga a indicou a outra amiga, e essa acabou a enviando para Leonard. E foi pelas mãos de Leonard, um renomado cabeleireiro da época, que seu cabelo foi cortado e descolorido. Em seguida a mesma pegou um ônibus rumo ao estúdio do fotógrafo Barry Lategan e fez seu primeiro ensaio fotográfico, para assim checar se 'tinha talento'. As fotos da novata acabaram nas mãos da editora do jornal inglês Daily Express. Em 26 de fevereiro, ela estampava a primeira página do jornal, sob o título de Face of '66.
É nesse momento que a menina magra de olhos enormes, face emblemática, cabelos curtos e traços angelicais transforma-se em ícone fashion. E para descrever esse momento de ascenção, achei um trecho do livro 'Moda - O Século dos Estilistas' numa matéria no site da Elle: "Twiggy, cujo nome significa 'graveto', foi a primeira modelo a se tornar um ídolo de massa. Para qualquer lado que fosse, multidões a cercavam, como acontecia com os Beatles".
Numa de suas mais recentes entrevistas Twiggy assume, em resposta às críticas que sofreu 'por não comer', que "tinha um apetite de cavalo" e que sua magreza era natural. Pra mim, o que mais chamava atenção era o conjunto, não apenas a magreza. Foi esse conjunto que a fez subir e virar a primeira super modelo, abrindo assim várias portas para outras garotas. Apesar de sua curta carreira como modelo, ela representou uma mudança gigantesca para a época. Segundo fontes, a mesma também é considerada como um dos principais nomes da "revolução das minissaias", que foram criadas por Mary Quant. Como sua história vai muito além do que posso colocar aqui, o que posso dizer para complementar uma lacuna que vem até os dias de hoje é que ela parou de 'modelar' em 1970 e começou a gravar discos e filmes. Para mostrar um pouco desse fenômeno 'Twiggy' separei um vídeo feito por um fã, que mostra trechos de vídeos e fotos de sua época como modelo. Ah, e tudo isso ao som da fofa Cyndi Lauper.
A seguir minhas fotos favoritas...

Beijos!

terça-feira, 27 de março de 2012

Raio comenta: Demi Lovato

Hoje, colocando um pouco de lado a suposta temática otaku do blog, decidi escrever um pouco sobre a minha tão inspiradora diva, aquela a quem devo a minha força: Demetria Devonne Lovato, mais conhecida como Demi Lovato. Vocês devem estar aí se questionando o porque de ser ela, uma cantora e atriz da Disney, a minha inspiração. Já passei por cada uma por essa minha escolha, mas não me arrependo, e ainda lhes respondo que não tem como não ser ela! Por mais que admire outras personalidades, é nela que enxergo apoio. É nela que me vejo.
No começo, assim que saiu Camp Rock, não ia nem um pouco com a cara dela. Essa sua ‘rápida’ ascenção aos holofotes me causou um pouco de raiva. O meu suposto ‘ódio’ chegou a tal ponto que até participei de uma comunidade anti-lovatics no falecido orkut. Via nela algo artificial que só estava ali para aproveitar o espaço já conquistado por outras pessoas. E realmente era isso que ela transmitia.
Aos poucos a menina que eu tanto detestava deu uma guinada e se transformou no meu absoluto ícone. Comecei a olhar a Demi com outros olhos quando ela me presenteou com Don’t Forget. Essa foi a música da minha fossa, quando eu mesma nem sabia o que era isso. Me sentia só, chegava em casa e me trancava no quanto, colocando e repetindo sempre a mesma música, cuja a intérprete não poderia ser outra: Demi. Nesse momento já a aceitava. Já a amava, pois era ela a que estava do meu lado em tal circunstância em que nem minhas próprias amigas estiveram.
E foi então que sua imagem começou a aparecer constantemente em sites de fofocas. Sim, meus caros, é nesse momento que surge o seu envolvimento com Joe Jonas. Esse rolo me chocou, pois por mais que os dois tivessem feito um par romântico em Camp Rock, nunca me agradou os ver juntos. Joe é do tipo galanteador de pracinha, então era mais que óbvio que aquele namoro só era sério para um dos lados. “Ah, Raio, mas ele é um amor, pois usa aquele anel de castidade!” Ah, bom. Aquilo nunca me enganou. Desde que soube que ele terminou com a Taylor pelo telefone, o mesmo caiu no meu conceito.
Demi andava radiante, super animada, participando de photoshoots com o ‘amado’, até que a felicidade acabou. Agora o tão ‘puro’ Joe Jonas estava ciscando em outro terreno: Ashley Greene (Alice Cullen, de Twilight). Isso tudo já era uma completa bola de neve.
Ok, disse a mim mesma. Ela está numa turnê com os irmãos Jonas, então está tudo bem. Eles ainda devem ser amigos. Foi então que as seguintes notícias apareceram dia após outro: Ashley Greene acompanha os shows da turnê; Demi parece não ter gostado; Demi desmente e diz que ainda é amiga de JoeDemi não continua os shows e, finalmente, Demi vai para a rehab.
Foi um choque estar de madrugada no PC e descobrir que Demi Lovato estava tão mal ao ponto de ir para a rehab. Lógico que culpei de imediato o Joe. O pior que a assessoria da cantora só falava que isso tudo era devido à assuntos pessoais. Mais pessoais que isso?
Ela ficou de outubro de 2010 a janeiro de 2011 internada em uma clínica de reabilitação. O máximo que saiu na mídia foi que a mesma agrediu uma dançarina da turnê em que estava e, com isso, resolvei ir para um centro de reabilitação.
Assim que ela saiu, a própria tratou de explicar tudo o que passou para o mundo. Me espantei. A linda Demi que eu conhecia começou a postar fotos de biquíni, retornou ao twitter, aumentou sua auto-estima a um grau que não se falava em outra coisa. Sua força virou estímulo. Havia algo diferente, pois quando a via me vinha logo a imagem de uma mulher capaz de tudo.
Há um tempinho saiu um documentário na MTV, denominado Stay Strong, onde esse momento obscuro na vida da Demi é abordado de tal maneira que nos faz sentir na pele tudo o que ela viveu. No documentário ela fala de como sua vida como super star começou. Aos 14 anos, com Camp Rock, uma nova Demi estava a ‘exposição’ para o mundo. Uma Demi totalmente diferente daquela menina gordinha que brincava, juntamente com Selena Gómez, em Barney e Seus amigos. Com sua rápida ascenção vieram os shows, programas de TV, CD’s... E o peso da fama caiu sobre ela logo nesse exato momento, pois é com a fama que se atrai comentários, que podem ser bons ou maus. No caso da Demi, que nunca foi um símbolo de magreza, foram os ridículos comentários sobre seu peso. Segundo Demi, foi aí que ela começou a sofrer transtornos alimentares, passando, em seguida, a se auto mutilar. Sua família, vendo tudo, conseguiu tratá-la a tempo. E com isso Demi, já não sendo mais a mesma, conquistou novos espaços e lançou um novo CD, onde ela 'rasga' o coração de várias pessoas apenas no primeiro single: Skyscraper.
Essa arrancada e superação que a jovem (na época com 18 anos) deu, me deixou maravilhada. Eu, que sempre fui como ela, já passei um período amargurada e triste pelo que eu era. Não me amava. Hoje, graças a ela, consegui me reencontrar; me aceitar. E é essa a mensagem que decidi trazer para vocês hoje, uma mensagem de otimismo e força.

Segurem-se nas cadeiras que vem por aí post novo na área!

sábado, 17 de março de 2012

Parte de uma Infância: Bolero de Ravel

Sentiram saudades? Sei que sim. Sumi devido a umas coisinhas, e provavelmente sumirei de novo. Bom, já adiantando: "não, o blog não acabou". Para acalmar um pouco meus ânimos venho aqui conversar um pouco sobre uma parte incrível da minha infância: Digimon. Não estou falando das temporadas que se seguiram, mas sim da cativante e fantástica primeira temporada. Conhecida como Digimon Adventure, a mesma surgiu para competir com Pokémon, que estava no auge do 'boom'. Após a estréia, o público consumidor de jogos e brinquedos continuou elegendo Pokémon como sua primeira opção. Digimon perdeu a batalha, mas fez um grande sucesso, ganhando com isso uma sequência que se estende até hoje. Pra mim, que sempre gostei de histórias detalhadas, Digimon sempre foi muito melhor. Consegui ver na primeira temporada da franquia uma sensibilidade; uma história além de uma simples batalha de monstros digitais. Havia um mistério que eu queria decifrar. Já em Pokémon o único mistério é quando nos questionamos o porque de Ash nem mesmo desconfiar dos disfarces da Equipe Rocket.
Para não fugir do tema que propus no título, gostaria de comentar de uma vez que o que mais me marcou em Digimon Adventure, mais precisamente no filme, não foi o mistério, e muito menos o Patamon (por mais que o ame), mas sim a épica trilha sonora. Quando digo 'épica trilha sonora' me refiro a um clássico da literatura orquestral, o perfeito Bolero de Maurice Ravel. Com um tempo, quando assistia Digimon, o que mais me chamava a atenção era a canção que eu constantemente murmurava. Pela primeira vez, ainda pequena, havia descoberto uma música que não era enjoativa e, usada de maneira correta, poderia arrancar vários risos. Risos? Sim, risos. Estou tramando um vídeo em que demonstrarei essa minha 'tese', então fiquem no aguardo. A seguir um vídeo com a música, caso alguém tenha esquecido:
Tenho uma grande dívida com Digimon, mesmo. Na verdade, acho que muitas outras pessoas tem. O que seria de mim, ainda na alfabetização, sem meus monstros digitais e sem meu brasão da amizade desenhado na parede? (risos) Não, meus personagens favoritos não eram a Sora e o Tai, mas sim a Kari e o Matt. Concordo que Tai foi o melhor protagonista que a franquia já teve, mas Matt sempre demonstrou ser mais esperto (tanto é que roubou a Sora dele). Antes preferia a Sora, juro, mas a Kari faz mais meu atual estilo. Fora isso a abertura, o mergulho que os personagens sempre fazem na infância, a ligação que cada personagem tem com seu passado... Tudo isso mostra algo que vai um tanto quanto além de uma simples história de combate. Primeira e inesquecível abertura, no piano:

Sabe, outra coisa que gosto em Digimon é que o tempo não para. Em toda franquia nos deparamos com outros personagens, sendo que às vezes esbarramos nos antigos 'digi escolhidos' já grandinhos. Se formos comparar isso com Pokémon... É. Até hoje Ash tá com a mesma cara, enquanto Pikachu só emagrece. Oxii...
E por hoje é só, gente. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Fanarts de No.6

Povo esperto, e aí? Hoje, para aquecer as visitas e os corações de meus fiéis leitores, eis que trago-lhes umas belas fanarts que encontrei nos meus passeios pela grande rede. "Tá, nada demais, Raio!" Aí que você se engana, caro leitor precoce (Machado de Assis viu e gostou). Se fosse pra colocar fanarts atoa, já havia colocado há muito tempo! Essas são especiais, pois a artista (ou o artista) procurou passar os sentimentos dos personagens através de "rabiscos", habilmente espalhados. Sério, não entendo muito de desenhos, mas o pouco que sei me fez avaliar essas gravuras, considerando-as fofas e expressivas.
Essas fanarts foram retiradas do Pixiv (uma espécie de DeviantArt japonês) deste usuário. O álbum na íntegra se encontra aqui. Enfim...

quinta-feira, 1 de março de 2012

Millennium - Män som hatar kvinnor

Como estão, povinho meu? Espero que bem, pois estou um caco... E olha que só estou na primeira semana de um semestre que promete muitas dores de cabeça. Apesar de tudo que estou tentando fazer, inventei de assistir, em plena madrugada, um filme que estava gerando muita curiosidade de minha parte, tanto pela história, como pela atuação de Rooney Mara, a revelação que está dando o que falar.
O jornalista Mikael Blomkvist, por não conseguir provar uma bombástica denúncia que fizera e, sendo assim, condenado a pagar uma alta indenização, aceita a proposta de um rico empresário de investigar um misterioso desaparecimento, pois dessa maneira conseguirá provas para se defender. Em sua investigação conta com a ajuda da hacker Lisbeth Salander. Pronto, essa é a sinopse resumida do filme.
Não quero comentar a história, pois você pode encontrá-la em vários sites, mas pretendo jogar aqui o que senti e achei dessa adaptação, que é a segunda já feita (a primeira é um filme sueco de 2008) do primeiro livro da trilogia Millennium, de Stieg Larsson. Começando pelo autor, Larsson, a título de curiosidade, aos 15 anos presenciou um estupro coletivo de uma garota chamada Lisbeth, sendo esse o motivo que o inspirou a escrever seus livros, que possuem como tema principal a violência contra mulheres. Ainda não li a trilogia, e muito menos assisti a primeira adaptação, mas ao assistir essa nova versão, senti-me na obrigação de comprar o quanto antes os livros (tá, mas isso só vai rolar nas férias).
O que ficou muito evidente em The Girl with the Dragon Tattoo (versão americana) foi a péssima escolha de Daniel Craig como intérprete de Mikael Blomkvist, pois o personagem, apesar de estar com maior destaque no pôster (seria só porque o mesmo é o '007'?) é totalmente apagado pela fantástica atuação de Rooney Mara, que interpreta "a garota com tatuagem de dragão", a protagonista da trama. Não querendo levar as coisas para outro lado, fico pensando no que passou na cabeça desses produtores, pois é visível o destaque dado a Craig, tanto no pôster, quanto no número de cenas do filme. Ainda bem que Craig não respondeu às expectativas, fazendo Rooney Mara brilhar ao ponto de ser indicada ao Oscar na categoria de Melhor Atriz. E ainda acrescento, não ganhou só porque estava concorrendo com Meryl Streep. Só!
Quanto às cenas de estupro, é lógico que rolou um repulsa de minha parte, pois são bem realistas. Mas é isso que nos faz problematizar; refletir. O filme é muito violento? É. Mas, ao mesmo tempo, é bastante realista. Outra coisa que achei meio sem noção, foi o romance entre Blomkvist e Salander. Tipo, tem uma cena que mostra Lisbeth transando com uma mulher, ou seja, mostrando que a mesma é homossexual. Até aí compreensível, mas o que tem a ver ela tomar, posteriormente, a iniciativa e ir pra cama com Mikael Blomkvist? Ah, entendi... Tem gente que acha que quanto mais cenas de sexo, melhor. Não sei se esse pecado foi cometido pelo autor ou pelo roteirista (já que não li o livro), mas vou engolir.
Comentei até para um colega que haviam personagens nazistas no filme, mas foi só para dá um motivo para ele assistir, pois no meio em que vivo a palavra 'nazismo' tem um grande poder. O que tenho a falar sobre o personagem nazista é que ele é um velhinho super carismático que não é visitado por seus parentes, e não o contrário. Gostei muito dele!
Algo triste? Aos 50 anos, após entregar a trilogia Millennium à editora, Stieg Larsson faleceu devido a um ataque cardíaco. É uma pena, pois não há sequer uma esperança de continuação da história. O que podemos esperar é que, com o sucesso do filme, a adaptação dos outros dois sejam realizadas.

Ah, e para finalizar: RECOMENDO!