terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Hal - Informações sobre o filme e o mangá

Em 2013, para os desavisados, seremos brindados com algo lindo: um anime com design de Io Sakisaka. Foi anunciado na edição de janeiro da revista Betsuma, revista na qual Io Sakisaka mantém um mangá em andamento, que a mesma começará a trabalhar como designer de personagens para um filme de animação intitulado Hal. O filme, que tem lançamento marcado para o dia 8 de junho de 2013, será dirigido por Makihara Ryotaro e produzido pelo estúdio Wit Studio. Uma adaptação para mangá começará na primavera de 2013.
Bom, essa notícia é importante, e seria uma pena não compartilhá-la com vocês. Se bem que assim que tomei conhecimento da produção, postei algo na página de Aoharaido que administro. Não pretendia escrever nada aqui, por conta de já tê-lo feito em outro lugar (não costumo repetir textos), mas por conta do trailer e das imagens recém divulgadas, não tive como me conter.
O mangá de Hal, que será publicado na Betsuma, terá como mangaká Umi Ayase. Para mais informações sobre a mesma, podem acessar seu blog, ou seu twitter. A artista ainda me é desconhecida, então não posso comentar nada a respeito.
Anúncio do mangá no site oficial da Betsuma.
Sobre o filme, este marca a estréia de Io Sakisaka como character designer (designer de personagens) de uma animação. O que me deixa mais contente é a chance de poder ver seus lindos traços sairem do papel. Como acompanhei Strobe Edge, e atualmente sou mais do que louca por Aoharaido, já posso me considerar uma verdadeira fã. Para mais informações, podem acessar o site oficial.
Sinopse:
A história do longa gira em torno de Kurumi, uma jovem que descobre que o menino que ela ama, Hal, faleceu em um trágico acidente. Kurumi fica profundamente triste, mas no lugar de Hal um outro garoto aparece. Este garoto na verdade é um robô e, por mais estranho que possa parecer, também atende pelo nome de Hal.

 
O trailer, que está de encher os olhos, já consegue dar várias pistas de como ficará o filme. Já me sinto assistindo. Enquanto o filme não chega, Io Sakisaka anda aprontando poucas e boas com os personagens de Aoharaido. Ainda não sei o que ela pretende, já que lidar com um quadrado amoroso não é algo fácil.

Em suma, que este seja o primeiro de muitos!

Agradecimentos: Tumblr | Facebook

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Hakushaku to Yousei

Aproveitando esse tempo livre que me resta, estive pensando muito em algum tema agradável para um post. Sinceramente, muitos dos assuntos que vieram em minha mente poderiam até agradar à grande maioria, mas não me senti/sinto confortável ao falar sobre algo que não me interessa. Aliás, posso até falar se me for solicitado, mas devido a minha falta de domínio sobre o assunto, o texto ficaria um fiasco. Imagino se essa poderia ser uma desculpa convincente para dar ao meu amigo da faculdade, que até hoje espera um post sobre Saint Seiya.
Não pretendo atrair vários tipos de leitores, mas sim pessoas que cultivam gostos parecidos com os meus. Este blog pode até girar ao meu redor, mas a predominância de assuntos com o foco em shoujo e yaoi (incluindo assuntos afins) ainda é muito forte, e isso por si já seleciona um público alvo. Pensando assim, cheguei a conclusão que há tempos não posto nada sobre um anime do gênero harém ao inverso. Sei que muitas de minhas leitoras gostam desses animes repletos de bishounens para todos os gostos e, devo admitir, estava com saudade de escrever algo a respeito. Apreciem.
Em todos os textos, quando assumo a tarefa de escrever sobre algum anime harém ao inverso, já tenho em mente que o mesmo é bem popular entre as garotas, e que muitos, ou todos os personagens de histórias desse gênero, por mais que assumam uma atração pela protagonista, sempre insinuarão algum sentimento por seu "rival" ou amigo próximo. É como se esse tipo de história também almejasse ampliar ainda mais o público, mirando inclusive as fujoshi, que shippam sem piedade qualquer casal de seu interesse. Isso não acontece apenas em shoujos, já que em mangás/animes que tenham o público alvo sendo o masculino, os shounens, isso ocorre com bastante frequência. Posso tomar como exemplo Kuroshitsuji que, por mais que teimem, é um shounen.
O que atrai as telespectadoras a assistirem esse tipo de anime, é a história onde diversos jovens (lindos) brigam pelo amor da mocinha apática e de bom coração. As mocinhas dessas produções são muito idealizadas, sendo que, em sua maioria, possuem uma certa baixa auto-estima, o que faz com que o publico se identifique. Já o mocinho principal, aquele que sempre aparece para salvar a protagonista indefesa, possui aquelas feições que lembram um príncipe de contos de fada. Exemplos? Claro: Usui Takumi, Tamaki Suou, Takishima Kei, Rui Hanazawa... Ambos personagens possuem características similares. Não estou querendo generalizar, como se em toda história a garota se apaixonasse pelo loiro encantador, mas isso já se tornou um hábito.
Hakushaku to Yousei, ou Earl and Fairy, que na tradução literal seria O Conde e a Fada, é uma história bem apagada, e talvez seja por isso que só a conheci quando fiz uma busca minuciosa por algum anime de romance e magia. De tantos resultados, elegi este devido ao design dos personagens, que me agradou bastante, e até me fez lembrar meu amado Ouran High School Host Club. De certa maneira, a história consegue ser bastante confusa, mesmo sendo (ao mesmo tempo) assustadoramente despretensiosa: não tem nada de novo, não impressiona, mas serve como um bom entretenimento.
Sinopse: A história se passa no século XIX, e tem como foco central a "fairy doctor" Lydia Carlton, que possui um dom raro: consegue ver e se comunicar com fadas. Sua vida muda quando conhece Edgar J. C. Ashenbert, que afirma ser o lendário Conde Cavaleiro Azul. Edgar, que está precisando de uma pessoa que possua vastos conhecimentos sobre fadas, a contrata como assessora, e ambos entram em uma busca por uma espada mágica.
Bom, depois dessa sinopse confusa, acho que deveria deixar algumas considerações. Primeiramente, gostei do anime. Não estaria comentando se não tivesse gostado! Mas, mesmo assim, não posso considerá-lo um anime "classe A". É uma história mediana, que tem seus altos e baixos (muitos). Consegue encantar por causa de seus bishies, mas não passa disso. Mesmo nos momentos mais complexos, a trama não consegue prologar uma tensão por muito tempo. É como se o roteirista tivesse medo de se arriscar.
Como não cheguei a acompanhar o anime no ano de sua estréia (2008), não sei muito sobre a opinião dos que acompanharam, mas deve ter tido a mesma repercussão que o fofo Kamisama Hajimemashita: bom, divertido, mas não chega a tanto.
Hakushaku to Yousei tem como plano de fundo o mundo das fadas e a Inglaterra Vitoriana, e sua trama é composta por diversos seres sobrenaturais, começando por duendes e gnomos, passando por uma banshee que derrama lágrimas de âmbar, e terminando por um lindo e charmoso Kelpie (um cavalo aquático que assume a forma humana), e que persegue Lydia até Londres. Kelpie é um personagem carismático, e meu preferido, já que se opõe ao mocinho da trama, e realmente ama Lydia, a confortando nos momentos que ela mais necessita. Outro personagem que se destaca é o servo de Edgar, Raven. Raven é uma espécie de mordomo que possui habilidades de combate fora do comum, o que me fez lembrar meu querido Sebastian Michaelis. Bem, Raven faz lembrar Kuroshitsuji em outro ponto: ele se veste de mulher.

Enfim, um anime onde um gato não é realmente um gato.


P.S.: A história começou a ser publicada como uma novel, ganhando posteriormente um mangá, e em seguida uma adaptação animada.